Episodi

  • Fibromialgia e Tratamentos Não Farmacológicos: Evidências e Estratégias que Funcionam
    Aug 25 2025

    Você sabia que terapias não farmacológicas podem transformar a forma como você lida com a fibromialgia?
    Neste episódio do Fronteira Fibro, o Dr. Nilo L. Neto (CRM/ES 10012) apresenta as diretrizes mais recentes para o manejo não medicamentoso da fibromialgia, desenvolvidas por especialistas em reumatologia, reabilitação, psicologia e medicina tradicional chinesa, com base em evidências científicas sólidas.

    Você vai aprender:

    • Quais terapias têm maior evidência científica, como acupuntura, exercícios aeróbicos, treinamento de força e educação em saúde.

    • Como abordagens como Tai Chi, Yoga, Pilates, musicoterapia e balneoterapia podem melhorar dor, sono e qualidade de vida.

    • O papel das intervenções psicológicas e multidisciplinares na redução dos sintomas.

    • Por que o tratamento individualizado e a persistência são essenciais para resultados duradouros.

    🔹 Base científica:
    Wu W, Luo J, Wang T, et al. Evidence-Based Non-Pharmacological Interventions for Fibromyalgia: A Multidisciplinary Consensus and Guidelines. Journal of Pain Research, 2024.

    Se você busca caminhos seguros, acessíveis e eficazes para melhorar sua qualidade de vida com fibromialgia, este episódio é para você!

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    6 min
  • Nutrição e Fibromialgia: Como a Alimentação Pode Transformar Sua Dor
    Aug 18 2025

    Você já pensou que o que está no seu prato pode impactar diretamente sua fibromialgia?
    Neste episódio do Fronteira Fibro, o Dr. Nilo L. Neto (CRM/ES 10012) explora como a alimentação pode influenciar a dor, o sono, o humor e a energia, trazendo evidências científicas que mostram o papel da nutrição no manejo da fibromialgia.

    Você vai descobrir:

    • Quais alimentos podem aumentar ou reduzir a inflamação no seu corpo.

    • Como padrões alimentares como plant-based, low FODMAP e sem glúten podem impactar seus sintomas.

    • A importância da saúde intestinal e do eixo intestino-cérebro na fibromialgia.

    • Como pequenas mudanças na dieta podem gerar grandes transformações na qualidade de vida.

    🔹 Base científica:
    Slim M, Sfikakis PP, Rostami R, et al. NeuroNutritional Approach to Fibromyalgia Management – A Narrative Review. Pain Therapy, 2024.

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    5 min
  • O que observar ao tomar Pregabalina
    Aug 15 2025

    Um estudo recente publicado pela JAMA mostrou que o uso de pregabalina pode aumentar em até 50% o risco de desenvolver insuficiência cardíaca, mesmo em pessoas sem histórico de doença no coração.

    ⚠️ Principais sinais de alerta:

    • Falta de ar, especialmente ao se deitar ou ao fazer esforço

    • Inchaço em pernas, pés ou tornozelos

    • Ganho rápido de peso (2 a 3 kg em poucos dias)

    • Cansaço extremo sem explicação

    💡 Antes de iniciar o tratamento, converse com seu médico sobre seu histórico cardiovascular e, se necessário, faça exames para avaliar a função do coração. Durante o uso, monitore o peso, anote sintomas e siga as orientações médicas.

    📌 A pregabalina pode ajudar muito no controle da dor e do sono na fibromialgia, mas precisa ser usada com atenção para que o benefício seja maior que o risco.

    🎧 Hoje, no podcast Fronteira da Fibro, eu explico como implementar na prática os cuidados recomendados por esse estudo para quem vive com fibromialgia. Procure por Fronteira da Fibro no Spotify ou acesse o nosso Patreon para ouvir a versão completa e participar do nosso grupo de apoio.

    👉 Marque aqui alguém que precisa saber disso e salve este post para lembrar dos sinais de alerta.

    #Fibromialgia #Pregabalina #SaudeDoCoracao #DorCronica #FronteiraDaFibro #InsuficienciaCardiaca #FibroWarrior #MedicinaBaseadaEmEvidencias #TratamentoFibromialgia

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    4 min
  • 📊 Pregabalina, Gabapentina e Coração: O Que a Ciência Revelou
    Aug 14 2025

    No episódio de hoje do Fronteira da Fibro, vamos mergulhar em um estudo recente publicado pela JAMA que avaliou mais de 240 mil pacientes com dor crônica para entender os riscos cardiovasculares da pregabalina em comparação com a gabapentina.

    🔍 O que o estudo investigou:
    Pesquisadores analisaram pacientes com idades entre 65 e 89 anos, todos sem histórico de insuficiência cardíaca, que iniciaram tratamento com pregabalina ou gabapentina.
    O objetivo foi verificar se havia diferença na ocorrência de novos casos de insuficiência cardíaca entre os dois medicamentos.

    📈 Os principais achados:

    • Usuários de pregabalina tiveram quase 50% mais risco de desenvolver insuficiência cardíaca em comparação aos usuários de gabapentina.

    • O risco foi ainda maior para quem já tinha histórico de doença cardiovascular.

    • Não houve diferença significativa na mortalidade geral entre os grupos.

    💡 Por que isso importa para pacientes com fibromialgia?
    A pregabalina é frequentemente usada para tratar dor crônica e distúrbios do sono associados à fibromialgia.
    Com esses novos dados, torna-se essencial que médicos e pacientes discutam riscos e benefícios antes de iniciar ou continuar o tratamento.

    🎧 Ouça o episódio completo para entender:

    • Como o estudo foi conduzido

    • Quais foram as metodologias usadas para garantir resultados confiáveis

    • O que esses dados significam para a sua saúde e tratamento

    🔗 [Link para ouvir no Patreon]

    📌 Informação de qualidade é um passo importante para decisões mais seguras e conscientes no tratamento da fibromialgia.

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    6 min
  • Fibromialgia e o Desejo: Redescobrindo a Intimidade Além da Dor
    Aug 13 2025

    Preparem-se para um episódio profundamente revelador e necessário do nosso podcast! Desta vez, vamos mergulhar em um tema que é frequentemente negligenciado, mas de extrema importância para a qualidade de vida de muitas mulheres: o desejo sexual em mulheres com fibromialgia, tema que inspirou o nosso título: "Fibromialgia e o Desejo: Redescobrindo a Intimidade Além da Dor".

    Para este episódio, nos baseamos em uma pesquisa recente e fundamental publicada no The Journal of Sexual Medicine, que se propôs a analisar o desejo sexual em mulheres espanholas diagnosticadas com fibromialgia (grupo FG) e em um grupo controle (CG) de mulheres saudáveis.

    Por que este tema é tão importante? A fibromialgia é uma condição crônica que afeta principalmente mulheres, causando dor generalizada, fadiga, rigidez, estresse emocional, comprometimento cognitivo e problemas de sono. Todos esses sintomas podem ter um impacto negativo nas atividades diárias, nas interações sociais, no funcionamento ocupacional e no bem-estar geral, levando a uma piora da saúde física, psicológica e, crucialmente, sexual. Estima-se que entre 71% e 85% das mulheres com fibromialgia experimentam disfunção sexual, sendo a redução do desejo sexual e da excitação os problemas mais prevalentes.

    O Que Você Vai Aprender Neste Episódio:

    A Realidade do Desejo Reduzido: Discutiremos os resultados que mostram que mulheres com fibromialgia apresentam um desejo sexual significativamente menor em todas as suas dimensões — seja o desejo diádico por um parceiro, diádico por uma pessoa atraente, ou desejo sexual solitário — em comparação com mulheres saudáveis. Elas também relatam maior ansiedade e depressão.

    Os Principais Fatores Envolvidos: A pesquisa destacou que a depressão, a idade e o tempo desde o diagnóstico da fibromialgia são os principais preditores da diminuição do desejo sexual global, explicando 30% da sua variância. Abordaremos como esses elementos se entrelaçam para afetar a intimidade.

    O Papel dos Antidepressivos (e uma Surpresa!): Vamos explorar a complexa relação entre o uso de antidepressivos e o desejo sexual. Embora o impacto geral seja incerto, o estudo revelou que mulheres com fibromialgia que utilizavam inibidores seletivos de recaptação de serotonina (SSRIs) reportaram um maior desejo sexual diádico pelo parceiro, um achado que contradiz algumas percepções e pesquisas anteriores.

    Além da Dor: Recomendações e Caminhos para a Saúde Sexual: O episódio irá enfatizar a importância vital de incluir a avaliação e o tratamento da sexualidade na agenda clínica dos profissionais de saúde que trabalham com mulheres com fibromialgia. Abordaremos a necessidade de uma perspectiva não-coitocêntrica, que reconheça e valide experiências sexuais não penetrativas como fontes legítimas de prazer e intimidade. Além disso, serão discutidas estratégias como o uso de auxílios sexuais e a exploração de posições alternativas para otimizar as experiências sexuais e adaptá-las às necessidades específicas de mulheres com dor crônica.

    Este estudo é significativo por ser o primeiro a avaliar diferentes dimensões do desejo sexual, incluindo o desejo por uma pessoa atraente, ao mesmo tempo que examina fatores-chave associados ao desejo sexual em mulheres com fibromialgia.

    Junte-se a nós para esta conversa essencial que busca não apenas informar, mas também empoderar e oferecer esperança para mulheres que vivem com fibromialgia, ajudando-as a redescobrir e nutrir sua saúde sexual e bem-estar.

    Apoie nosso trabalho e tenha acesso antecipado a este e a outros conteúdos exclusivos!

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    10 min
  • Canabinoides: Entenda Sua Ação e o Uso na Prática
    Aug 12 2025

    No nosso último encontro, exploramos a fascinante ação dos canabinoides em nosso sistema endocanabinoide, entendendo como o THC e o CBD interagem com os receptores CB1R e CB2R para modular dor, sono e ansiedade.

    Agora, vamos mergulhar na parte prática e discutir como a utilização dos canabinoides é feita, as doses que habitualmente geram efeito e, de forma comparativa, como os diferentes canabinoides impactam o nosso corpo.

    Vamos abordar as diferentes formas de administração de produtos medicinais à base de cannabis (CBMPs), como os óleos e as flores secas, que são comumente utilizadas para vaporização, ou mesmo a combinação de ambos. Veremos como cada formulação pode ter seu papel.

    Em seguida, vamos explorar as dosagens, analisando as faixas de miligramas de CBD e THC por dia que foram observadas em estudos, fornecendo uma visão sobre as quantidades que têm sido empregadas em contextos de pesquisa.

    E, por fim, faremos uma análise comparativa dos canabinoides, principalmente o THC e o CBD, para entender como suas concentrações ou a escolha de um em detrimento do outro podem influenciar os desfechos terapêuticos. Em algumas pesquisas, por exemplo, não foram observadas diferenças significativas nos resultados entre as diferentes formulações de CBMPs, sejam óleos, flores secas ou a combinação delas. Também tocaremos em como certas doses de THC podem se correlacionar com melhorias em sintomas como a ansiedade.

    Fique comigo para desvendar esses aspectos práticos e aprofundar ainda mais seu conhecimento sobre os canabinoides!

    Fontes:

    Surya Sridharan, Simon Erridge, Carl Holvey, Ross Coomber, Wendy Holden, James J. Rucker, Michael Platt & Mikael H. Sodergren (2025) Comparison of Cannabis-Based Medicinal Product Formulations for Fibromyalgia: A Cohort Study, Journal of Pain & Palliative Care Pharmacotherapy, 39:1, 24-37, DOI: 10.1080/15360288.2024.2414073.

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    6 min
  • Canabinoides e o Sistema Endocanabinoide: Entenda a Interação no Seu Corpo
    Aug 12 2025

    Hoje, vamos mergulhar no fascinante mundo dos canabinoides, explorando como essas substâncias interagem com o nosso corpo para potencialmente oferecer benefícios terapêuticos.

    Os canabinoides, como o delta-9-tetra-hidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD), são os principais constituintes ativos encontrados nos produtos medicinais à base de cannabis (CBMPs). A forma como eles exercem seus efeitos está intrinsecamente ligada ao nosso sistema endocanabinoide.

    Este sistema complexo no nosso corpo possui receptores específicos, sendo os mais notáveis os receptores canabinoides tipo 1 (CB1R) e tipo 2 (CB2R). O CB1R está predominantemente localizado no sistema nervoso central, enquanto o CB2R é encontrado principalmente no sistema imunológico e em tecidos periféricos.

    Estudos pré-clínicos têm demonstrado o papel desses receptores na modulação da sinalização da dor, na regulação do sono e na ansiedade. Essa interação sugere que os canabinoides podem oferecer um benefício terapêutico significativo, influenciando diversas funções fisiológicas importantes no corpo.

    Para mais informações sobre o uso de produtos medicinais à base de cannabis, incluindo suas formulações e o perfil de eventos adversos, convidamos você a consultar o artigo: Surya Sridharan, Simon Erridge, Carl Holvey, Ross Coomber, Wendy Holden, James J. Rucker, Michael Platt & Mikael H. Sodergren (2025) Comparison of Cannabis-Based Medicinal Product Formulations for Fibromyalgia: A Cohort Study, Journal of Pain & Palliative Care Pharmacotherapy, 39:1, 24-37, DOI: 10.1080/15360288.2024.2414073.

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    5 min
  • Novas pesquisas sobre suplementos e vitamina D na fibromialgia
    Aug 11 2025

    Neste episódio, exploramos duas pesquisas científicas recentes que trazem novas perspectivas para o manejo da fibromialgia — uma condição complexa que afeta milhões de pessoas, causando dor crônica, fadiga, distúrbios do sono e impacto profundo na qualidade de vida.

    🔹 Primeiro estudo: analisamos os efeitos de um suplemento que combina Coenzima Q10, Triptofano e Magnésio. A pesquisa mostrou benefícios importantes na redução da dor, melhora do sono e impacto funcional, com boa tolerabilidade. Porém, os resultados para fadiga e bem-estar emocional foram limitados.

    🔹 Segundo estudo: investigamos a relação entre vitamina D, dor crônica e depressão. O resultado? Para a população geral, a suplementação não parece reduzir dor ou fadiga. Mas, em pessoas com deficiência grave, a vitamina D pode ajudar a diminuir o risco de depressão.

    💡 Ao final, reforçamos a importância de um plano de tratamento personalizado e multidisciplinar, que considere as necessidades e condições de cada paciente. A suplementação pode ser uma aliada, mas sempre deve ser discutida com um profissional de saúde.

    Se você convive com fibromialgia, este episódio vai ajudar a entender o que a ciência mais recente tem a dizer e como essas descobertas podem se encaixar no seu cuidado diário.

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    4 min