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  • Câncer de Mama: Exercício Antes da Cirurgia Contribuí na Recuperação Pós operatória ? e HER2Δ16 transformando tumores HER2-positivos em tumores com características luminais
    Aug 20 2026

    O primeiro podcast discute uma revisão sistemática e meta-análiseque avaliou se a pré-reabilitação baseada em exercícios reduz a dor apóscirurgias para câncer de mama. Foram incluídos seis ensaios clínicos randomizados, totalizando 519 mulheres; três estudos, com 157 participantes,entraram na meta-análise. Os programas duraram de uma sessão a nove semanas e combinaram exercícios aeróbicos, resistidos, alongamentos e mobilidade. Houve pequena tendência de redução da dor em aproximadamente um mês após a cirurgia, mas sem significância estatística (SMD = −0,24; IC95%: −0,55 a 0,08; p = 0,14).As intervenções foram consideradas seguras e viáveis, porém a evidência foi classificada como baixa devido a vieses, amostras pequenas e diferenças entreos estudos. Conclui-se que ainda não há suporte para recomendar seu uso rotineiro especificamente para controle da dor.

    O segundo podcast discute um estudo, o qual mostra que a variante HER2Δ16, resultante da perda do éxon 16, promove uma identidade celular luminal em tumores mamários HER2+. Em modelos murinos e linhagens humanas, HER2Δ16aumentou a expressão do receptor de estrogênio (ER), de genes responsivos ao estrogênio e de marcadores epiteliais, além de ativar a via RAS/MAPK. A variante esteveassociada a tumores mais agressivos, metástases e resistência adquirida à terapia anti-HER2, mas também aumentou a sensibilidade ao tamoxifeno. Tumoresresistentes ao lapatinibe apresentaram maior HER2Δ16 e ativação de ER. O estudo propõe modelos pré-clínicos de câncer HER2+/ER+ e sugere combinar terapias endócrinas com inibidores de MEK/MAPK, embora sejam necessários estudos clínicos.

    Link para aceso aos artigos:https://live.makadu.group/bbn_podcast_20082026

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    38 min
  • Omissão do Linfonodo Sentinela x Radioterapia no Câncer de Mama Inicial // SERENA 6 - Detectar antes de progredir: nova estratégia contra o câncer de mama avançado
    Aug 13 2026

    O primeiro podcast discute um estudo retrospectivo, realizado em uma única instituição que avaliou 1.016 cânceres de mama em 999 mulheres com 50 anos ou mais, com tumores iniciais ER+/HER2−, submetidas à cirurgiaconservadora entre 2020 e 2025. A omissão da cirurgia do linfonodo sentinela aumentou de 25,5% para 50,9%, sobretudo entre pacientes mais idosas e com tumores de menor risco. Nessa população, a radioterapia de toda a mama foi menos frequente (21,5%), enquanto a irradiação parcial (51,0%) e a omissão da radioterapia (27,5%) foram mais comuns. Os resultados sugerem que a redução da cirurgia axilar não levou à intensificação da radioterapia quando houve seleção criteriosa e decisão multidisciplinar.Contudo, o estudo não avaliou desfechos oncológicos de longo prazo e tem limitada generalização.

    O segundo podcast discute o SERENA 6 TRIAL fase 3 o qual mostrou que trocar precocemente para camizestranto (mantendo o inibidor de CDK4/6) ao detectar mutação ESR1 no ctDNA — antes da progressão radiológica — traz benefício duradouro em câncer de mama avançado HR+/HER2-negativo em primeira linha. Na análise atualizada, a SLP foi de 16,8 meses com camizestranto versus9,2 meses com inibidor de aromatase (HR 0,45). A troca antes da progressão radiológica também trouxe benefício no tempo até deterioração na qualidade de vida global: 35,9 vs 8,3 meses (HR 0,48). A SLP2 e o tempo atéquimioterapia/ADC também favoreceram o braço experimental. Estudo sugere a possibilidade de uma mudança de paradigma no manejo do câncer avançado: trocar o tratamento com base na progressão molecular, antes da progressão radiológica. O estudo de fase 3 SERENA-6 mostrou que trocar precocemente para camizestranto (mantendo o inibidor de CDK4/6) ao detectar mutação ESR1 no ctDNA — antes da progressão radiológica — traz benefício duradouro em câncer de mama avançadoHR+/HER2-negativo em primeira linha. Na análise atualizada, a SLP foi de 16,8 meses com camizestranto versus 9,2 meses com inibidor de aromatase (HR 0,45). Atroca antes da progressão radiológica também trouxe benefício no tempo até deterioração na qualidade de vida global: 35,9 vs 8,3 meses (HR 0,48). A SLP2 e o tempo até quimioterapia/ADC também favoreceram o braço experimental. Estudo sugere a possibilidade de uma mudança de paradigma no manejo do câncer avançado: trocar o tratamento com base na progressão molecular, antes da progressão radiológica.

    Link para acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_13082026

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    43 min
  • Câncer de Mama Oculto: Menos Cirurgia Axilar compromete o desfecho prognóstico? e DARVIN TRIAL - Dalpiciclibe na crise visceral: novos horizontes no câncer de mama avançado
    Aug 6 2026

    O primeiro podcast discute um estudo que avaliou a evolução do tratamento cirúrgico axilar em 1.817 pacientes com câncer de mama oculto e metástase axilar,utilizando dados do National Cancer Database (2012–2023). O uso de terapia sistêmica neoadjuvante aumentou de 19,9% para 42,4%, enquanto a dissecção axilar (ALND) diminuiu, principalmente após o tratamento neoadjuvante. Entrepacientes com resposta patológica completa dos linfonodos, 26% realizaram apenas biópsia do linfonodo sentinela; em 2023, essa proporção chegou a 44,4%. A sobrevida global em três anos foi semelhante entre biópsia do sentinela e ALND, tanto na cirurgia inicial quanto após terapia neoadjuvante. Contudo, por ser um estudo retrospectivo, com possível viés de seleção e seguimento limitado, são necessários estudos prospectivos e acompanhamento prolongado.

    O segundo podcast discute o estudo DARVIN que foi um ensaio clínico de fase 2, multicêntrico e não randomizado que avaliou dalpiciclibe combinado com terapia endócrina emmulheres com câncer de mama avançado HR+/HER2- apresentando crise visceral.Foram incluídas 53 pacientes, com desfecho primário sendo a taxa de sobrevida em 6 meses. O estudo atingiu seu desfecho primário, com 49 das 53 participantes sobrevivendo além de 6 meses, resultando em uma taxa de sobrevida de 6 meses de 92,5% .Outros desfechos apresentandos incluem; Taxa de resposta objetiva (ORR): 26,4%; Taxa de controle da doença (DCR): 79,2%; Taxa de falha do tratamento em 3 meses: 22,6%; Sobrevida livre de progressão (PFS) mediana: 11,2 meses ; Duração do controle da doença (DDC) mediana: 14,1 meses ; Tempo até falha do tratamento (TTF) mediano: 10,2 meses; Sobrevida global (OS) mediana: não alcançada . O estudo concluí que o DARVIN TRIAL suporta avaliação adicional da combinação de dalpiciclibe com terapia endócrina em pacientes com câncer de mama avançado apresentando crise visceral,

    Link para acesso aso artigos: https://live.makadu.group/bbn_podcast_06082026

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    39 min
  • Menos Cirurgia, Mais Precisão: Consenso Internacional procura Redefinir a Abordagem Axilar pós Neoadjuvância e Babytam não é mais para todas as mulheres com DCIS e Lesões de Alto Risco
    Jun 25 2026

    O primeiro podcast discute o estudo Delphi internacional que reuniu 574 cirurgiões oncológicos mamários da Italia, Reino Unido e USA , para estabelecer consenso sobre estadiamento axilar após quimioterapia neoadjuvante em câncer de mama com linfonodos positivos. O principal resultado foi que a dissecção axilar cirurgica é a técnica preferida em pacientes cN1 que convertem para ycN0, superando a biópsia do linfonodo sentinela e a biópsia do linfonodo marcado . O consenso foi alcançado para marcar apenas um linfonodo antes da QTNeo, localizar e confirmar intraoperatoriamente sua remoção, retirar todos oslinfonodos sentinela e nódulos palpáveis anormais. A dissecção axilar não é necessária em células tumorais isoladas. Houve variação geográfica significativa, com cirurgiões americanos, holandeses, mais experientes e decentros de maior volume favorecendo mais o descalonamento cirúrgico.

    O segundo podcast discute um estud que analisou dados individuais de 1.545 mulheres com DCIS ou lesões de alto risco tratadas com tamoxifeno em dose baixa (5 mg/dia ou 10 mg em dias alternados) versus controle, com mediana deseguimento de 9,4 anos. O tamoxifeno em baixa dose reduziu significativamente os eventos de câncer de mama, mas com diferenças importantes pelo status menopausal. Em mulheres pós-menopausadas, houve redução de 49% nos eventos ipsilaterais (HR 0,41) e redução absoluta de 11,2% em 10 anos. Em pré-menopausadas, não houve redução ipsilateral significativa, porém o câncer contralateral foi reduzido em 55% (HR 0,45). Eventos adversos graves foram raros e similares entre grupos, suportando a desescalada de dose como estratégia preventiva eficaz e mais tolerável.

    Link de acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_25062026

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    34 min
  • "Prosigna® em Mulheres ≤50 Anos com Câncer de Mama Luminal : estudo de vida real // Além do Emagrecimento: A Droga que Pode Mudar o prognóstico do Câncer Associado à Obesidade
    Jun 18 2026

    O primeiro podcast discute o estudo PROUDER-BC que avaliou retrospectivamente 567 mulheres com até 50 anos portadoras de câncer de mama estádio I-II ER+/HER2- testadas com Prosigna® em 10 hospitais da Espanha e Itália. O objetivo principal foi identificar quais subgrupos se beneficiam da quimioterapia (QT) com base norisco genômico (ROR) e status nodal. Os resultados mostraram que a QT melhorou significativamente a sobrevida livre de eventos em pacientes N0/risco intermediário e N1/risco baixo-intermediário, com benefício absoluto de 11,3% em 5 anos. Importante: esse benefício da QT pareceu ser mediado principalmente pela supressão ovariana, não pela citotoxicidade direta. Pacientes N1/alto risco tiveram prognóstico ruim mesmo com QT, sugerindo necessidade de escalonamento terapêutico.

    O segundo podcast discute um estudo que avaliou a associação entre o uso de agonistas do receptor GLP-1 (GLP-1RA) e o risco de 13 cânceres associados à obesidade emadultos obesos não diabéticos. Utilizando dados de 113 milhões de pacientes americanos (TriNetX), foram comparados 80.899 usuários de GLP-1RA com igualnúmero de pacientes em dieta ou exercício, após pareamento por escore de propensão. Com seguimento médio de 2 anos, o uso de GLP-1RA associou-se a redução significativa na incidência de cânceres (HR 0,59; IC 95% 0,53-0,67). O benefício foi consistente em homens, mulheres e diferentes faixas de IMC, mas não foi observado em pacientes negros. Tirzepatida mostrou associação mais forte que semaglutida. Estudos prospectivos são necessários para confirmar causalidade.

    Link de acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_11062026⁠

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    32 min
  • FIRST STUDY: 1º Estudo Brasileiro sobre Crioablação no tratamento do Câncer de Mama // A supressão ovariana é necessária? SOFT e TEXT — 15 anos de Evidência
    Jun 11 2026

    O primeiro podcast discute o primeiro estudo brasileiro sobre crioablação no tratamento do câncer de mama - FIRST STUDY. Este foi um estudo prospectivo queavaliou a eficácia patológica e a segurança da crioablação guiada por ultrassom em pacientes com carcinoma invasivo de mama unifocal ≤2,5 cm, seguida de ressecção cirúrgica em 14–28 dias. Entre 48 pacientes avaliáveis, a taxa deablação invasiva completa foi 97,9% (100% para tumores ≤2,0 cm por ressonância), e a taxa global de ablação (invasiva + DCIS) foi 89,6%; apenas um caso (2,1%) apresentou resíduo invasivo. DCIS residual ocorreu em 12,5% (média 2,2 mm). A ressonância mostrou alto valor preditivo negativo (93,0%) enquanto ultrassom e mamografia foram menos precisos. Procedimento foi seguro, com uma complicação leve. Conclui-se que a crioablação é tecnicamente eficaz e bemtolerada em pacientes criteriosamente selecionados, especialmente tumores ≤2,0 cm, mas não substitui cirurgiapadrão sem confirmações em ensaios randomizadosde longo prazo.

    O segundo podcast discute o estudo SOFT E TEXT, com o objetivo de avaliar os desfechos a 15 anos dos ensaios defase III em mulheres pré‑menopáusicas com câncer de mama hormonodependente, comparando tamoxifeno (T), supressão da função ovariana (OFS) associada atamoxifeno (T+OFS) e exemestano com OFS (E+OFS).
    Resultados principais: Em SOFT, T+OFS reduziu recorrência de câncer em relação a T (15 anos: BCFI 75,7% vs 72,1%; HR 0,82, P=0,03) e E+OFS teve maior redução (BCFI 78,6%; HR vs T 0,70). Na análise combinada SOFT+TEXT, E+OFS reduziurecidiva distante versus T+OFS (HR 0,75) e mostrou tendência a menor mortalidade, com benefício absoluto de sobrevida concentrado em subgrupos de alto risco (idade muito jovem, tumores grau 3 ou recebimento prévio de quimioterapia). Em coortes de menor risco sem quimioterapia, a sobrevida global permaneceuelevada (>94%). Em fim, OFS adicionada ao ET adjuvante reduz recorrência; exemestano+OFS reduz também recidiva distante. Ganho de sobrevivência global é relevantesobretudo em subgrupos pré‑menopáusicos de alto risco, enquanto muitas pacientes de baixo risco não se beneficiam em termos de sobrevida.


    Link para acesso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_11062026

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    39 min
  • BBN SELECTION : ASCO 2026
    Jun 5 2026

    Neste podcast discutimos alguns dos principais estudos apresentados no evento; estudos que podem impactar em nossa prática clínica e nos desfechos prognósticos de nossas pacientes.


    LInk de acesso : https://live.makadu.group/bbn_podcast_05062026⁠

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    34 min
  • Cirurgia Conservadora + RT em Jovens Portadoras de BRCA1/2: Segurança Oncológica Versus Risco de Novo CA de Mama // Durvalumabe Neoadjuvante no TN inicial: GeparNuevo desafiando o padrão Keynote 522
    Apr 30 2026

    O primeiro podcast discute um estudo de coorte internacional retrospectivo com 4.837 mulheres com ≤40 anos e câncer de mama invasivo e mutação germinativaBRCA1/2 tratadas entre 2000–2020. Comparou-se cirurgia conservadora com radioterapia (CC +RT) versus mastectomia (com ou sem RT). Após mediana de 8,2anos, não houve diferença em sobrevida global entre CC+RT e mastectomia isolada. O intervalo livre de câncer de mama também foi similar. CC+RT teve maior risco de novo câncer mamário (evento ipsilateral ou contralateral), especialmente em portadoras de BRCA1 e tumores grau 3, enquanto BRCA2 e tumores G1–2 pareceram se beneficiar mais da conservação. Resultados reforçam manejo individualizado, importância do teste genético precoce e discussão de cirurgias redutoras de risco.

    O segundo podcast discute o estudo GeparNuevo, fase II, que avaliou 174 pacientes com TNBC inicial (cT1b‑cT4a‑d), randomizados para quimioterapia neoadjuvante padrão(nab‑paclitaxel seguido de epirrubicina/ciclofosfamida) com durvalumabe ou placebo, sem imunoterapia adjuvante. Com seguimento mediano de 86,4 meses, o durvalumabe manteve benefícios significativos em iDFS (HR 0,56), DDFS (HR 0,41) e OS (HR 0,33). As taxas em 7 anos foram, respectivamente, 73,7% vs 60,7%, 81,6% vs 62,9% e 91,6% vs 74,7% (durvalumabe vs placebo). O benefício ocorreuindependentemente de pCR e foi mais pronunciado em pacientes com linfonodos positivos. sTILs elevados na doença residual associaram‑se a excelente prognóstico. Os dados sugerem que a continuação adjuvante de bloqueio decheckpoint pode não ser necessária.

    Link de acesso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_30042026

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    32 min