Episodi

  • O DYGÃO, A Origem do rapper BOCA SUJA!!!
    Jan 28 2026

    O DYGÃO, A Origem do rapper BOCA SUJA!!!

    Alô, alô… 1997.
    Eu gravei com o Digão, e foi bem legal.

    A gente estava sem tempo há um bom tempo, até que finalmente conseguimos gravar no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal.

    A gravação foi boa, mas eu confesso que fiquei muito nervoso. Era a primeira vez que eu gravava com um artista de verdade — ainda mais um rapper. As músicas dele são muito boas, então a responsabilidade pesou.

    Eu gaguejei, fiquei meio travado e talvez até tenha parecido antipático em alguns momentos. Não por falta de vontade, mas porque eu estava nervoso pra caramba. Tentei fazer piada onde não tinha, falei demais em alguns pontos… coisa de ansiedade mesmo.

    Mas no fim, deu tudo certo. Foi uma experiência muito foda e que eu vou levar comigo.
    Obrigado, Dygão. E obrigado à minha psicóloga. kkkkkkkkk

    Escute o melhor rapper boca: https://open.spotify.com/intl-pt/track/4gOBGDhMd33MCa3k14BOjS?si=f87bb9ce52c541e8

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    40 min
  • A garota que eu nunca beijei
    Jan 28 2026

    A garota que eu nunca beijei


    É engraçado. Eu nunca vi nada demais nela.

    Não é linda. Não é tão divertida.

    Não sou fã do humor dela, nem do jeito que ela enxerga a vida.


    Mas há algo nela. Algo que gruda.

    A primeira vez que tentei beijá-la, acertei o vento.

    Foi ali que começou minha ficção:

    a garota que eu nunca beijei.


    De repente, ela era engraçada e irritante.

    Fascinante e insuportável.

    Cheia de pequenas crueldades.

    E mesmo havendo outras pessoas ao redor, talvez até melhores,

    eu só queria ela.


    Fiz ela sorrir. Segurei sua mão.

    Li os lábios dela como se tudo estivesse em câmera lenta.

    Decorei cada centímetro do seu rosto.

    E pensei: “Ela não é bonita… mas é impossível fugir dela.”


    Ela é como a erva proibida ou como uma joia atrás do vidro protegido, que lhe súplica para você pegar.

    Não é pelo que ela é.

    É pelo que eu não posso ter.

    E esse “não posso” me vicia.


    Ela zomba da minha cara.

    Às vezes passa dos limites.

    Quase sempre arrogante, quase uma megera.

    Mas há algo nela que me faz querer, e querer, e querer mais.


    Eu queria que ela me colocasse uma coleira.

    Que me puxasse pela rua numa corrente.

    Que me chutasse e me chamasse de repugnante.

    Porque cada gota de desprezo que ela me dá…

    me faz sentir horrivelmente vivo.


    Eu provoco ela. Quero o ódio dela.

    Não porque não gosto dela.

    Mas justamente, porque talvez, eu goste demais.


    Ela é viciante como o amargo do whisky,

    como o ácido da caipirinha que queima a garganta e pede outro gole.

    Ela parece que vai me matar.

    E quanto mais perto da morte eu fico, mais eu quero.


    Ela não é inocente, nem um pouco.

    Ela gosta desse jogo.

    O jogo de fingir que não vê, que não sente, que não sabe.

    O jogo de ir e sumir.

    De voltar, e partir.

    E cada vez que volta, é pior.

    Porque agora eu sei que ela sabe, mesmo que minta dizendo que não.


    Um dia, talvez, isso passe.

    Como passou o vicio na bebida.

    Como passou o vicio na nicotina.


    Ou talvez não.

    Talvez eu goste demais de ser viciado nela.


    Dino-1998 CHAPADO DE MACONHA

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    5 min
  • DESCULPA A DEMORA, AQUI ESTÁ O EPISÓDIO ZERO ZERO
    Jan 22 2026

    O primeiro episódio...

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    7 min
  • NÃO OUÇA (Episodio Extra -Labo B)
    Jan 1 2026

    Galera passar aqui pra deixar um relato recente dahora, desde que me conheço por gente sou muito distraído e perco as coisas facilmente, mas desde que abandonei o cristianismo não peço mais ajuda a são Longuinho por motivos óbvios recentemente perdi a chave do carro, como sempre, por isso fiz uma reserva, pedi fiz um teste e pedi aos meus amigos gnomos pra achar, em torno de um dia depois fui abrir um pote de parafusos que eu estava instalando algumas coisas aqui em casa e ela estava no fundo do pote, ontem perdi meu alicate de Corte pedi de novo auxílio deles e exatamente um dia depois (agora) chego do mercado e está lá. Sim eles acharam pra mim e sabiam a onde eu ia pra guardar pra mim .


    (um relato de um idiota de internet) 2025, sexta feira, ás quase cinco horas, da tarde.

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    3 min
  • Oi Maria Ruth, Por um acaso aceitas, um episodio mega bipolar? tamagoshi parte3 (Episodio 37-Lado A)
    Dec 31 2025

    🧠 1. Tratamento médico regular

    • O acompanhamento com um psiquiatra é essencial.

    • O tratamento costuma envolver estabilizadores de humor (como lítio, valproato, lamotrigina, entre outros).

    • O segredo está na regularidade — nunca ajustar ou parar o remédio por conta própria.

    • O médico também monitora possíveis efeitos colaterais e ajusta as doses conforme necessário.

    • A terapia ajuda a entender os gatilhos, reconhecer os sinais de um episódio e desenvolver estratégias de prevenção.

    • As abordagens mais eficazes costumam ser:

      • Terapia cognitivo-comportamental (TCC)

      • Psicoeducação (entender o transtorno e aprender a gerenciá-lo)

      • Terapia interpessoal e do ritmo social (ajuda a manter rotina e sono estáveis)

    • O cérebro bipolar é muito sensível à irregularidade — especialmente ao sono e estresse.

    • Tente manter horários fixos para dormir, comer e trabalhar.

    • Evite noites viradas, álcool, drogas ou excesso de cafeína.

    • Práticas como meditação, exercícios físicos leves e alimentação equilibrada ajudam a estabilizar o humor.

    • Evite sobrecarga: aprenda a reconhecer quando precisa parar ou pedir ajuda.

    • Conversar com familiares ou amigos de confiança pode ajudar a perceber mudanças no comportamento antes que virem crises.

    • Grupos de apoio (presenciais ou online) também são muito úteis.

    • Mantenha um diário de humor: anote sono, energia, emoções, medicamentos, eventos importantes.

    • Isso ajuda a identificar padrões e prever episódios.

    💬 2. Psicoterapia🕰️ 3. Rotina estável🧘 4. Autocuidado emocional e físico🧑‍🤝‍🧑 5. Rede de apoio📖 6. Autoconhecimento#bipolaridade #saúdemental #crisedeansiedade #depressão

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    20 min
  • ESPECIAL DE NATAL: JINGLE BALLS (Episodio 37-Lado A)
    Dec 24 2025

    Sim, o Natal chegou até no Dino. Nesse episódio especial, a gente mistura humor, caos, reflexões aleatórias e aquele espírito natalino duvidoso que só o VTND entrega.
    Se prepara: tem história, tem risada e tem aquele jeitinho torto que já virou tradição.

    Feliz Natal (ou quase). Vai tomar no dino!!!

    Arte por: Hevilin

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    13 min
  • Delírio ou liberdade? (Episodio Extra-Lado A)
    Dec 23 2025

    Liberdade não é fazer o que quiser. Isso é slogan de propaganda de banco ou frase de adolescente puto. Liberdade de verdade é bem mais desconfortável. É escolher sabendo que vai doer, que vai perder coisa no caminho, que alguém vai te achar idiota por isso — e ainda assim ir.

    Se você só faz o que quer quando é fácil, quando ninguém julga, quando não custa nada, isso não é liberdade. É conforto. Liberdade começa quando aparece o preço e você percebe que não tem como fugir da conta.

    Tem gente que acha que é livre porque pode escolher o sabor da pizza, o streaming da noite ou o político pra xingar no Twitter. Mas vive obedecendo medo, grana, carência, validação, família, igreja, algoritmo. Troca um dono por outro e chama isso de autonomia. Não é. É só uma coleira mais moderna.

    Liberdade externa importa, óbvio. Não ser preso, censurado, ameaçado, explorado. Quem passa fome não escolhe, sobrevive. Quem vive sob violência não decide, reage. Falar de liberdade sem falar de condição material é papo vazio. Mas mesmo quando o mundo deixa, a prisão continua por dentro.

    A pior prisão é interna. É quando você não aguenta ficar sozinho com a própria cabeça. Quando age no automático. Quando repete frases que nunca pensou. Quando vive uma vida que não escolheu só pra não decepcionar ninguém. Aí você até anda solto, mas por dentro tá algemado.

    Ser livre é perigoso porque obriga a assumir autoria. Não dá pra culpar Deus, o sistema, o passado, o signo, a infância, o trauma — embora tudo isso exista. Liberdade começa quando você diz: “ok, isso me moldou, mas o próximo passo é meu”. E isso assusta pra caralho.

    Por isso tanta gente prefere abrir mão da liberdade. É pesado demais decidir quem você é. É mais fácil seguir uma cartilha, obedecer um líder, vestir uma identidade pronta. A liberdade dá vertigem, porque não promete final feliz — só honestidade.

    Liberdade também não é ausência de limites. É escolher seus limites. É dizer “isso não” mesmo quando todo mundo diz “vai”. É bancar consequências sem se vitimizar. Só é livre quem pode responder pelo que faz.

    No fim, liberdade é isso: não ser empurrado pela vida como um objeto. É levantar, olhar o caos, e dizer “eu escolho como vou atravessar isso”. Mesmo errado. Mesmo sozinho. Mesmo com medo.

    O resto é conversa bonita pra quem não quer pagar o preço

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    1 ora e 11 min
  • Então... Eu não sei como dizer isso. (Episodio 36-Lado A)
    Dec 18 2025

    Então... Eu não sei como dizer isso. (Episodio 36-Lado A)


    Tem dia que a gente acorda quebrado,como se tivesse perdido alguémou perdido a si mesmo no caminho.Tem dia que nada encaixa,e a gente tenta prender o mundo com a mão,mas ele escapa, corre, gira, atropela.

    E enquanto tudo gira sem pedir licença,a gente tenta achar uma voz no meio da bagunça,tenta entender se foi a gente que parouou se foi a vida que acelerou demais.

    E é nesse tropeço, nesse giro meio torto,que esse episódio nasce.

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    12 min