Episodi

  • #14 - Cartas para além das grades
    Jul 2 2026
    O episódio aborda as experiências de mulheres migrantes privadas de liberdade no Brasil a partir de um elemento central de suas trajetórias: a troca de cartas com seus filhos, familiares e amigos. Por meio de relatos, cartas narradas e entrevistas com integrantes do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC) e uma mulher migrante, sobrevivente do sistema prisional brasileiro, a escrita se torna uma estratégia de resistência, cuidado e manutenção dos vínculos afetivos diante do isolamento imposto pelo cárcere.Ao discutir as barreiras linguísticas, a distância geográfica, a ausência de políticas públicas e as dificuldades para o envio e recebimento de correspondências, o episódio demonstra como o encarceramento de mulheres migrantes intensifica processos de exclusão e ruptura familiar. Neste contexto, a atuação de movimentos da sociedade civil, tal como o ITTC, se torna fundamental para a garantia de direitos, dentre eles, a mediação da comunicação entre essas mulheres e seus familiares, evidenciando que as cartas ultrapassam sua função comunicativa na medida em que se tornam instrumentos de afeto, memória e exercício da maternidade à distância.Mais informações:Página do episódioCurrículo Lattes de Kellyn Gaiki Menegat Currículo Lattes de Letícia SalesMúsica Tema: “Oh my home” entoada por uma mulher migrante que estava privada de liberdade no Brasil. Ela cantou essa música para seus filhos em uma chamada de vídeo no dia em que saiu da prisão.Textos de referência:BRASIL. Secretaria Nacional de Políticas Penais. Levantamento de Informações Penais. Gov.br [Internet]. dez. 2025.CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA; PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO. Pessoas migrantes nos sistemas penal e socioeducativo: orientações para a implementação da Resolução CNJ Nº 405/2021. Brasília: CNJ, 2022. 106 p. MENEGAT, Kellyn Gaiki & MEDEIROS, Flavia Santos. (2026). “De que adianta escrever certo se a gente nem sabe se chegou ao destino?”: cartas, afeto e política na vida de mulheres trans e travestis encarceradas em Florianópolis/SC. Revista Direito e Práxis, 17(1).INSTITUTO TERRA, TRABALHO E CIDADANIA (ITTC). 10 recomendações para atuação junto a mulheres migrantes em conflito com a lei. ITTC [Internet]. 27 mar. 2019.INSTITUTO TERRA, TRABALHO E CIDADANIA (ITTC). BOLETIM BANCO DE DADOS #2: MARCADORES SOCIAIS QUE MOSTRAM O PERFIL DAS MULHERES MIGRANTES ATENDIDAS PELO ITTC. ITTC [Internet]. 3 abr. 2023.INSTITUTO TERRA, TRABALHO E CIDADANIA (ITTC). BOLETIM #11: Migração, gênero e encarceramento: Analisando as penas de mulheres migrantes em conflito com a lei. ITTC [Internet]. 9 jun. 2021.INSTITUTO TERRA, TRABALHO E CIDADANIA (ITTC). BOLETIM #6: Maternidade no cárcere: olhando para mulheres migrantes em conflito com a lei. ITTC [Internet]. 8 mai. 2020.SALES, Letícia Mara. “Mulher-mãe-presa: Direitos e Moralidades em torno à decisão da prisão domiciliar para gestantes e lactantes presas no estado do Rio de Janeiro”. 2024. Tese (Doutorado em Antropologia) – Programa de Pós Graduação em Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2024.Créditos de produção:Apresentação e roteiro: Kellyn Gaiki Menegat e Letícia Sales Edição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía EilbaumEdição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene do Planalto CheminMúsica Tema: Coordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana PitasseIdentidade visual: Alice OhashyComunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara CostaFinanciamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq
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    35 min
  • #13 - 11 anos e uma sentença
    Feb 23 2026
    O episódio apresenta a trajetória de Ana Paula Oliveira, pedagoga e cofundadora do movimento Mães de Manguinhos, na busca por justiça após o assassinato de seu filho Johnatha, em 2014, por um policial militar na favela de Manguinhos, zona norte do Rio de Janeiro. Ao narrar sua luta para preservar a memória de Johnatha diante de tentativas de criminalização, Ana Paula evidencia como o sistema de justiça frequentemente revitimiza mães e familiares de jovens negros assassinados. O caso de Johnatha, que chegou ao Tribunal do Júri após mais de uma década e contou com produção de prova pericial independente, se desenvolve em um cenário marcado por altos índices de letalidade policial e arquivamento de investigações. Mesmo diante de decisões frustrantes, da espera angustiante e da persistente impunidade, Ana Paula segue a sua mobilização pela garantia da vida da população negra e pelo enfrentamento da violência de Estado no Brasil e é a primeira brasileira premiada com o prêmio Martin Ennals, considerado o “nobel” dos Direitos Humanos.Mais informações:Página do episódioTranscrição completa do episódioCurrículo Lattes de Camila BelisarioCurrículo Lattes de Nina ZurMúsicas Tema:“Insone”, de Projeto Onze Cordas (Abel Luiz e Rafael Mallmith)“Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson MacaVídeos de referência: BOM DIA RIO. Tribunal do Júri decide que PM não teve intenção de matar de Johnatha em Manguinhos. Reportagem. Globoplay [Internet]. Globo Comunicação e Participações S.A.; 06 mar. 2024.CHADE, Jamil. Discurso de Ana Paula Oliveira ao receber o prêmio Martin Ennals [Reel no Instagram]. Instagram, 26 nov. 2025.EDEPE – Escola da Defensoria Pública de São Paulo. Projeto Mirante – Verdade não se cria [vídeo]. YouTube, 30 jul. 2024.Textos de referência:AGÊNCIA BRASIL. Prêmio internacional reconhece mãe de jovem morto pela polícia do Rio. Agência Brasil, 15 nov. 2025.FARIAS, Juliana. Da capa de revista ao laudo cadavérico: pesquisando casos de violência policial em favelas cariocas. In: BIRMAN, Patricia et al. (Org). Dispositivos urbanos e trama dos viventes. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2015, p. 419-449. FIRMINO, Gracilene. Mães da favela: o luto que vira luta. Voz das Comunidades, Rio de Janeiro, 21 set. 2020.Mães de Manguinhos. Página no Facebook.O GLOBO. Caso Johnatha de Oliveira: vídeo em 3D remonta cena em que jovem de 19 anos é morto com tiro nas costas por PM em Manguinhos. O Globo [Internet]. 29 Jan. 2024. PROJETO MIRANTE. O projeto. Projeto Mirante [Internet]. Universidade Federal Fluminense; 2023.RAAVE. Rede de Atenção a Pessoas Afetadas pela Violência de Estado. Por verdade, memória, justiça e reparação [Internet]. Rio de Janeiro, 2025.SOARES, Anna Clara Pereira; SCHINCARIOL, Rafael L. F. C.; CAMPELLO, Ricardo Urquizas (orgs.). Perícia e Direitos Humanos: recomendações para o aperfeiçoamento da perícia criminal. São Paulo: Friedrich-Ebert-Stiftung (FES Brasil) – Instituto Vladimir Herzog, 2024.VIANNA, Adriana. Violência, Estado e Gênero: considerações sobre corpos e corpus entrecruzados. In: SOUZA LIMA, Antônio Carlos de; GARCIA-ACOSTA, Virginia (Org.). Margens da violência. Subsídios ao estudo do problema da violência nos contextos mexicanos e brasileiros. Brasília, ABA, 2014, pp.209- 237.VIANNA, Adriana; FARIAS, Juliana. A guerra das mães: dor e política em situações de violência institucional. Cadernos Pagu, n. 37, pp.79-116, 2011.Créditos de produção:Apresentação e roteiro: Camila Belisário e Nina ZurEdição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía EilbaumEdição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto CheminMúsica Tema: “Insone”, de Projeto Onze Cordas (Abel Luiz e Rafael Mallmith); “Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson MacaCoordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana PitasseIdentidade visual: Alice OhashyComunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara CostaFinanciamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq
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    43 min
  • #12 - Da Rede Cegonha à Rede Alyne
    Nov 27 2025

    Até hoje muita gente associa a instituição do Programa denominado “Rede Cegonha” ao movimento de humanização do parto. Mas nem todas as pessoas conhecem a trágica história de Alyne da Silva Pimentel Teixeira e a luta de sua mãe Maria de Lourdes Teixeira Pimentel, que denunciou o Estado Brasileiro, internacionalmente, por afronta à Convenção para Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher do qual é signatário.

    Convidamos uma das integrantes da coordenação central da Pesquisa Nascer no Brasil (2011 a 2012), Dra. Silvana Granado Nogueira da Gama para conversar sobre as confluências de nossas redes de pesquisas no que diz respeito às maternidades violadas.

    Mais informações:

    • Página do episódio

    • Transcrição completa do episódio

    • Currículo Lattes de Janaína Teresa Gentili

    • Currículo Lattes de Giorgia Carolina Nascimento

    • Música tema: “Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson Maca

    • Center for Reproductive Rights

    Vídeos de referência:

    Estado brasileiro indeniza família pela morte de Alyne Pimentel. Canal Gov, 26 de mar. de 2014.

    Textos de referência:

    ARAÚJO, Janaína Teresa Gentili Ferreira de. Doular mulheres negras: uma análise das práticas de cuidado e testemunho das violências através das experiências de doulas negras do projeto Sankofa Atendimento Gestacional. 2024. 215 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.

    BENTO, Cida. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022

    SANTOS, Antônio Bispo dos. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu Editora/Piseagrama, 2023.


    Créditos de produção:

    • Apresentação e roteiro: Janaína Teresa Gentili e Giorgia Nascimento

    • Edição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía Eilbaum

    • Edição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto Chemin

    • Música Tema:

    • Coordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana Pitasse

    • Identidade visual: Alice Ohashy

    • Comunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara Costa

    • Financiamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq

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    42 min
  • #11 - Abrir a mente e cobrar direitos
    Nov 7 2025
    O episódio com Daiane Cristina Piccoli apresenta a trajetória de uma mulher que transformou a própria experiência em potência coletiva dentro da comunidade da Serrinha, em Florianópolis. Entre memórias e reflexões, Daiane narra como construiu ações de cuidado e resistência por meio da Horta Comunitária, criada com o apoio de outras mulheres, e como esse espaço se tornou um ponto de encontro, aprendizado e conscientização política. Ao longo do episódio, Daiane fala também sobre as dificuldades de sustentar projetos comunitários sem apoio governamental, as disputas territoriais que ameaçaram a horta, e o cansaço de carregar sozinha o peso de um trabalho coletivo. Entre críticas à especulação imobiliária, à omissão do poder público e à violência policial, ela reafirma seu compromisso com o território e com a produção de conhecimento nas periferias. Mãe, feminista e militante antiproibicionista, Daiane compartilha sua forma de viver o cuidado — com a comunidade, com o filho e consigo — como um gesto político e cotidiano de resistência, em meio às contradições de uma cidade desigual.Mais informações:Página do episódioTranscrição completa do episódioCurrículo Lattes de Flavia Medeiros SantosCurrículo Lattes de Giovanna Barros GomesCurrículo Lattes de Kellyn Gaiki MenegatMúsica Tema: Mulher no Mundo, de Maria TavaresPerfil no Instagram de Daiane Cristina Piccoli Textos de referência:BANDEIRA, Isadora de Assis. Cadeia, substantivo negro e feminino (ato II): entre adiantos, saudades e relações. 2021. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2021.BANDEIRA, Isadora de Assis. Cadeia, substantivo negro e feminino (ato III): "ele tá preso lá dentro, e eu tô presa aqui fora" – uma etnografia com familiares de pessoas encarceradas em tempos pandêmicos. 2024. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2024.BERCOVICH, Julia Vivanco. Mujeres del Huerto: potencialidades del Cuidado de Comunes en una Favela en Florianópolis”. 2022. Dissertação (Mestrado em Estudos Sociais Latino-Americanos) – Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO), Sede Equador, Quito, 2022.BERCOVICH, Julia Vivanco; HERRERA, Karolyna Marin; LIMA, Márcia Maria Tait. Cuidado e ecologia pelas “garotas da favela” na Horta da Serrinha, em Florianópolis. In: FÓRUM DE GÊNERO 2024, 2024, Florianópolis. Anais [...]. Florianópolis: UFSC, 2024.Outros materiais:LIDERANÇAS FEMININAS criam oportunidades para comunidades em Florianópolis: “A gente pode ser esperança de mudança”. G1 – Santa Catarina, 08 mar. 2022.Mãe se torna liderança comunitária para transformar a realidade da comunidade da Serrinha. O Tempo de Fato. Capinzal - SC, maio de 2022.Floripa remunera cidadão para cuidar da cidade. NSC Total, Florianópolis, 04 jul. 2022.Comunidade da Serrinha recebeu praça revitalizada. Pref. Mun. Florianópolis, Secretaria de Limpeza Pública, fevereiro de 2023.Conhecimento científico na periferia | Daiane Cristina Piccoli (Girls from Favela). YouTube, janeiro de 2025.Desenvolvimento de líderes comunitárias a partir das vendas do Natura Friday, novembro de 2021. Créditos de produção:Apresentação: Giovanna Barros Gomes e Kellyn Gaiki MenegatRoteiro: Flavia Medeiros Santos, Giovanna Barros Gomes e Kellyn Gaiki Menegat Edição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía EilbaumEdição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto CheminMúsica Tema: Mulher no Mundo, de Maria TavaresCoordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana PitasseIdentidade visual: Alice OhashyComunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara CostaFinanciamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq
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    46 min
  • #10 - ¿Dónde está mi hijo?
    Sep 18 2025
    En 1969, Leonor Lazzaroni tenía 17 años cuando le robaron a su hijo/a en la maternidad de Wilde en la provincia de Buenos Aires. En este episodio, a partir de la historia de Leonor, conoceremos la demanda de justicia de las Madres Buscadoras de Argentina, un grupo de mujeres de entre 50 y 80 años que, hace unos años, comenzó a denunciar el robo de sus hijos/as al nacer en hospitales públicos, clínicas privadas y también consultorios clandestinos.Este episodio permite conocer cómo experimentaron ese despojo estas mujeres y cómo pudieron vencer prejuicios y condenas sociales y comenzaron a testimoniar y a elaborar una demanda de justicia. Además, esas historias muestran con claridad que, en muchos casos, la apropiación de niños desarrollada durante la última dictadura militar argentina (1976-1983) se asentó en tramas preexistentes de circulación coactiva de niños y niñas, mediante las cuales los niños y niñas eran desplazados desde sus familias de origen hacia otras.Mais informações:Página do episódioTranscrição completa do episódioCurrículo de Carla VillaltaCurrículo de Soledad GesteiraInstituto de Ciencias Antropológicas de la Universidad de Buenos AiresMúsica Tema: "Nada queda" (2017) Intérprete : Camarón. (Letra: H. González ; Música : S. Arista, T. Marietti, D. Lewinski , H. González)Vídeos de referência:Leonor Lozzarono y uno de sus hijos hablando de la búsquedaCampaña “Mamás que buscan”La lucha por el derecho a la identidad - Homenaje a Abuelas de Plaza de MayoPodcast Madres que buscan a sus hijxsTextos de referência:VILLALTA, CARLA. Entregas y secuestros: el rol del Estado en la apropiación de niños. Del Puerto; Centro de Estudios Legales y Sociales, 2012.VILLALTA, CARLA & GESTEIRA, SOLEDAD. Violencias, demandas de justicia e identidad: problematizando la apropiación de niños y niñas desde América Latina. Revista del Museo de Antropología. 2023.GESTEIRA, SOLEDAD. “Madres buscadoras: de la sospecha a la legitimidad”. Revista Estudos Feministas. 2024.GESTEIRA, SOLEDAD. "Maternidad, justicia y robo de niños y niñas: demandas de mujeres que buscan a sus hijas e hijos robados en Argentina." Revista Tempo e Argumento. 2021. Créditos de produção:Apresentação e roteiro: Carla Villalta y Soledad GesteiraEdição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse y Lucía EilbaumEdição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto CheminMúsica Tema: "Nada queda" (2017) Intérprete : Camarón. (Letra: H. González ; Música : S. Arista, T. Marietti, D. Lewinski , H. González)Coordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana PitasseIdentidade visual: Alice OhashyComunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara CostaFinanciamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq
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    36 min
  • #9 - Pra não morrer mais das mesmas coisas
    May 26 2025

    A partir do diálogo com duas enfermeiras obstetras, Anvete Leal e Larissa Lages, esse episódio aborda experiências e desafios do enfrentamento à mortalidade materna. Com especial atenção à Alagoas e Pernambuco, revisitamos a atuação desses Estados na investigação, prática e formação de profissionais de saúde.

    Nos concentramos nos números que contextualizam a tragédia das mortes maternas evitáveis no Brasil e materializamos essas perdas recontando histórias que marcaram nossas convidadas. Essas histórias falam da vida e laços que essas mulheres amarravam e nos ajudam a pensar como lutar pela vida das mulheres é lutar pela garantia de direitos sexuais e reprodutivos.


    Mais informações:

    • Página do episódio

    • Transcrição completa do episódio

    • Currículo Lattes de Raquel Lustosa

    • Currículo Lattes de Débora Allebrandt

    • Música Tema: A Justiça é uma mulher negra, por Blera Alves


    Vídeos de referência:

    VÍDEOSAÚDE, ICTC. Evitável. 2019.


    Textos de referência:

    ALLEBRANDT, Débora. Planejando rotas de fuga: uma autoetnografia dos desafios da humanização do parto no ambiente hospitalar em Maceió-AL. Interseções, 24(3), 420–445. 2023.

    ALLEBRANDT, LOW, MEINERZ, AMORIM. Escutando histórias para construir estratégias de educação permanente em saúde materno-infantil em Alagoas. Saúde e Sociedade, 33(3), 1–14. 2024.

    ALLEBRANDT, LUSTOSA, KLUJSZA. “Um erro assim foi fatal, né?”: morte materna evitável, racismo e violência obstétrica no Brasil. 26. set. 2024.

    FERREIRA, KLUJSZA. Mulheres, médicos, ativismo e Estado: a produção da violência obstétrica Women, doctors, activism and the State: the production of obstetric violence. Revista Antropolítica, 1, 2024.

    OLIVEIRA, Larissa Lages Ferrer de. A Caracterização Do Cuidado Obstétrico Em Hospitais De Ensino De Alto Risco: Um Estudo De Coorte Retrospectivo. Dissertação de mestrado. Universidade Federal de Alagoas. 2019.

    LUSTOSA, CAMARGO. Gestações e Puerpérios arriscados: narrativas sociais do Governo brasileiro acerca de maternidades consideradas indesejáveis face às emergências sanitárias do Zika e do Covid-19. Pós - Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais, v. 17, p. 51-61, 2022.

    Créditos de produção:

    • Apresentação e roteiro: Raquel Lustosa e Débora Allebrandt

    • Edição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía Eilbaum

    • Edição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto Chemin

    • Música Tema:

    • Coordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana Pitasse

    • Identidade visual: Alice Ohashy

    • Comunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara Costa

    • Financiamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq

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    44 min
  • #8 - Puxar pena, puxar fila
    Apr 7 2025

    Neste episódio, conhecemos Priscila Serra, ativista na luta anti prisional de Manaus, capital do Amazonas. Priscila nos conta sobre o impacto do encarceramento nas vidas de familiares de pessoas que vão presas e nas maternidades por ele atravessadas. Priscila compartilha sua trajetória na construção da Frente Estadual pelo Desencarceramento do Amazonas e do Coletivo Entre Elas: Defensoras dos Direitos Humanos.

    A maternidade é algo que se constrói de diversas formas na relação entre mãe e filho. Mas, como a maternidade se transforma, quando se cruza com as tensões entre cuidado e punição do sistema penitenciário? Essa é uma das perguntas que orienta este episódio, trazendo um ​questionamento ao sistema punitivo e seus impactos na​ vida dessas mulheres​.

    Mais informações:

    Página do episódio

    Transcrição completa do episódio

    Currículo Lattes de Milena Novais

    Currículo Lattes de Letícia Maria Gil

    Currículo Lattes de Beatriz Oliveira Santos

    Música Tema: “Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson Maca

    Vídeos de referência:

    GLOBOPLAY. Briga em presídio de Manaus termina com 15 mortos. 27 de maio de 2019.

    FUNDO BRASIL. Maria Railda Silva Alves e Patrícia Cândido - Amparar. 14 de set. de 2016.

    AUDIOVISUAL FDUSP. I SEMINÁRIO INTERNACIONAL AMPARAR. 05 de julho de 2019.

    FRENTE PELO DESENCACERAMENTO DE SP. Sem Norte Sem Vida! - roda de conversa ao vivo. 30 de jan. de 2021.

    Textos de referência:

    SANTOS, Beatriz Oliveira et al. Aleitamento materno exclusivo entre pessoas em situação de cárcere: abordagem interseccional e abolicionista para análise da produção científica no Brasil entre 2000 e 2022. Saúde e Sociedade, v. 33, p. e230657pt, 2024.

    SANTOS, Beatriz Oliveira. Disputar o ‘futuro’: alimentação, cuidado e saúde pública no contexto prisional. 2023.

    CANDOTTI, Fabio Magalhães; MELO, Flávia. Muito além das facções: uma agenda de pesquisas sobre ilegalismos, violência e Estado na Amazônia. 2024.

    Créditos de produção:

    Apresentação e roteiro: Milena Novais, Letícia Maria Gil e Beatriz Oliveira Santos

    Edição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía Eilbaum

    Edição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto Chemin

    Música Tema: “Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson Maca

    Coordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana Pitasse

    Identidade visual: Alice Ohashy

    Comunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara Costa

    Financiamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq

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    38 min
  • #7 - Nas redes da infância
    Mar 24 2025

    O episódio traz reflexões e relatos sobre a atuação da Defensoria Pública em casos de destituição do poder familiar e acolhimento de crianças. Destaca as características desta atuação na articulação com outras redes de serviços e profissionais.

    Conheça as experiências de Kátia Giraldi e Éden Mattar, duas defensoras que atuam na Defensoria Pública de São Paulo e Belo Horizonte, respectivamente, diretamente no campo da proteção à infância e na Vara da Família. Em seus relatos, exploram o que são as medidas protetivas e a destituição do poder familiar, além das questões complexas que envolvem os principais motivos que levam a essas medidas e às separações de famílias nos contextos de marginalização.

    Ao abordar a complexidade do tema, o episódio revela os desafios e entraves vivenciados pela Defensoria Pública na sua atuação, além de levantar importantes questões sobre a desproteção social das famílias e a justiça reprodutiva no Brasil.

    Mais informações:

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    • Currículo Lattes da Ariana Oliveira Alves
    • Currículo Lattes de Patricia Beretta Costa
    • Música Tema: “Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson Maca

    Créditos de produção:

    • Apresentação: Ariana Oliveira Alves e Patricia Beretta Costa
    • Roteiro: Ariana Oliveira Alves, Patricia Beretta Costa e Tássia Áquila
    • Edição de roteiro: Irene do Planalto Chemin, Mariana Pitasse e Lucía Eilbaum
    • Edição de áudio, sonoplastia e finalização: Irene Do Planalto Chemin
    • Música Tema: “Quilombo, Favela, Rua”, de Mano Teko part. Nelson Maca
    • Coordenação do podcast: Lucía Eilbaum, Irene do Planalto Chemin e Mariana Pitasse
    • Identidade visual: Alice Ohashy
    • Comunicação e divulgação: Mariana Pitasse e Samara Costa
    • Financiamento: Edital Pró-Humanidades do CNPq
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    39 min