• Parentalidade Imperfeita: Menos Cobrança, Mais Evolução
    Apr 22 2026

    No episódio de hoje, eu converso com a Emanuelle Rech — ou, como muita gente conhece, a Manu, da @manu.parentalidade.imperfeita. Nascida em Brasília, ela vive em Montréal desde 2007, é casada e mãe da Ingrid, de 11 anos. Hoje, atua como terapeuta e orientadora parental no Canadá, ajudando famílias a construir relações mais conscientes e respeitosas.

    Mas a maternidade não fazia parte dos seus planos. Por muitos anos, a Manu foi uma workaholic assumida, passou por diferentes áreas profissionais e buscava um propósito. Foi só aos 33 anos, quando decidiu tentar engravidar, que sua vida tomou um rumo completamente diferente. Dois meses depois, veio a notícia da gravidez — e, com ela, uma transformação profunda.

    Nesse episódio, falamos sobre o choque de realidade da maternidade, a culpa que nasce com o maternar, o impacto de um parto que deixou marcas e a decisão de não ter mais filhos. Também mergulhamos na experiência de criar uma filha longe da família: o estado de alerta constante, a solidão de não ter uma rede de apoio e as perguntas silenciosas que atravessam muitas mães imigrantes — “como teria sido se fosse no Brasil?”

    Ao mesmo tempo, a Manu traz uma reflexão potente sobre a parentalidade possível: menos perfeição, mais evolução. Um convite para olhar para a maternidade com mais gentileza, respeitando tanto as necessidades da criança quanto as do adulto.

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    Giovanna

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    1 ora e 9 min
  • Entre o Saber e o Sentir: Maternidade e Excesso de Informação
    Apr 15 2026

    No episódio de hoje, eu converso com Camila Martins — enfermeira intensivista neonatal, mãe do Dominic e à espera do segundo bebê, e uma mulher que vive diariamente entre o conhecimento técnico e as emoções intensas do início da vida.

    Natural do Rio Grande do Sul, a Camila construiu sua trajetória em diferentes cidades até se mudar, em 2019, para Québec, no Canadá, onde hoje vive com o marido e trabalha na UTI neonatal do CHUL. Foi nesse cruzamento entre profissão e maternidade que surgiram muitas das perguntas que atravessam esse episódio.

    Como é maternar quando você sabe demais? Como lidar com o excesso de informação — especialmente quando ela vem carregada de medo? E como separar a profissional da mãe, sem transformar cada detalhe em motivo de preocupação?

    Ao longo da conversa, falamos sobre doenças, ansiedade, comparações nas redes sociais e o impacto de viver a maternidade em uma era em que tudo parece urgente — e em que confiar na própria intuição pode se tornar um desafio.

    A Camila também compartilha sua experiência no perfil @amme.maternite, onde oferece orientações e acolhimento a outras mães, criando um espaço mais leve, acessível e humano para falar sobre saúde infantil.

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    Giovanna

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    1 ora e 15 min
  • Aprendendo a Ser Mãe e Imigrante ao Mesmo Tempo
    Apr 8 2026

    No episódio de hoje, eu converso com a Paula Freitas — neuropsicóloga, brasileira, mãe do Nilton e uma mulher que, na prática, percorre os caminhos da expatriação. Nascida em São Paulo, ela já viveu mais de três anos em Praga e hoje mora em Bruxelas, onde constrói sua vida em família ao lado do marido, Alexandre.

    Mas a história da Paula não é só sobre mudar de país.

    É sobre o que acontece quando duas grandes transformações chegam ao mesmo tempo: a maternidade e a imigração.

    Ao sair do Brasil, ela se deparou com um processo profundo de reconstrução — profissional, emocional e identitária. Entre a necessidade de revalidar seu diploma, de se adaptar a um novo idioma e de reconstruir sua carreira, veio também uma pergunta difícil e muito comum entre imigrantes: “quem sou eu agora?”

    E foi nesse mesmo contexto que ela se tornou mãe.

    Longe da rede de apoio, enfrentando o silêncio de um pós-parto sem referências conhecidas, a Paula viveu a maternidade no exterior em toda a sua intensidade — entre vulnerabilidade, solidão e uma força que se revela ao longo do caminho.

    Falamos sobre identidade, saúde mental, filhos bilíngues, maternidade longe de casa e o encontro, muitas vezes inevitável, com a própria sombra quando tudo ao redor muda.

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    1 ora e 4 min
  • Adolescência em Portugal: O Que Ninguém Conta
    Apr 1 2026

    No episódio de hoje, eu converso com a Ana Gil — paulistana, bancária, casada com o Carlos e mãe da Laura, de 16 anos.

    Depois de uma vida inteira construída em São Paulo, a Ana decidiu atravessar o oceano com a família e recomeçar em Portugal. O que parecia, no papel, uma adaptação mais simples — pela língua e pelas semelhanças culturais — se revelou uma experiência muito mais complexa, principalmente para quem estava vivendo a adolescência no meio dessa mudança.

    Imigrar já é desafiador. Mas imigrar com um filho adolescente é outra camada.

    Falamos sobre a decisão de partir, o impacto dessa mudança na vida da Laura e os desafios que surgiram no caminho: a diferença na escola, a dificuldade de fazer amigos, a sensação de não pertencimento e a perda de identidade em uma fase em que ela ainda estava descobrindo quem era.

    A Ana também compartilha um lugar muito vulnerável da maternidade no exterior: a culpa, a solidão de não ter rede de apoio e o momento em que o corpo responde ao acúmulo emocional — mesmo para alguém que sempre se considerou forte.

    Uma conversa profunda, honesta e necessária sobre adolescência, pertencimento e os efeitos invisíveis da imigração em uma família.

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    1 ora e 11 min
  • Pós-parto na China: Tradições, Choques e Escolhas
    Mar 25 2026

    No episódio de hoje, eu converso com a Taynah de Oliveira Marques Tiburcio, a Tatá, da página @meumundonachina. Nascida em Natal, no Rio Grande do Norte, ela já viveu em Portugal e hoje constrói sua vida em Changsha, na China, ao lado do marido Rafael e do filho Miguel, enquanto espera a chegada do Davi.

    A maternidade da Tatá começou longe de casa, em um país com costumes, língua e formas de cuidado muito diferentes das que conhecemos no Brasil. Sem rede de apoio, ela viveu a gestação, o parto e o pós-parto atravessada por choques culturais e por práticas que desafiaram tudo o que ela acreditava sobre o próprio corpo e sobre o maternar.

    Entre as tradições rígidas do pós-parto, as decisões difíceis no parto e os sentimentos de culpa que vieram depois, ela precisou encontrar espaço para elaborar a própria experiência, ressignificar as escolhas e reconstruir-se emocionalmente ao longo do caminho.

    Falamos sobre mudança de país, parto no exterior, pós-parto em outra cultura, maternidade sem rede de apoio e sobre o que acontece quando nossos padrões mais enraizados são colocados à prova.

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    1 ora e 14 min
  • Empreender Longe de Casa: Maternidade e Reinvenção na Noruega
    Mar 18 2026

    No episódio de hoje, eu converso com Suellen Vallandingham — paraense, nascida em Belém, que hoje vive na Noruega ao lado do marido Logan e da filha Elouise.

    Formada em Biologia, a Suellen não imaginava que sua vida tomaria tantos rumos diferentes depois da mudança de país. Entre aprender um novo idioma, se tornar mãe longe da rede de apoio e reconstruir sua identidade profissional, ela precisou se reinventar em várias camadas ao mesmo tempo.

    Hoje, ela empreende com uma loja de cadernos e calendários, produz conteúdo, estuda Teologia e Gestão e também atua como coordenadora de um ministério infantil. Mas essa construção não veio pronta — foi acontecendo aos poucos, com medo, adaptação e muita coragem no processo.

    Falamos sobre o peso do idioma na experiência de quem vive fora, a sensação de não pertencimento, as escolhas que a maternidade exige quando se está longe da família e o que significa recomeçar em um lugar completamente novo.

    Uma conversa honesta sobre identidade, fé, maternidade e os caminhos que a gente constrói — mesmo quando eles são diferentes do que um dia imaginamos.

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    53 min
  • Autismo e Maternidade no Exterior: Amor em Outra Frequência
    Mar 11 2026

    No episódio de hoje, eu converso com Nathalia Foz. Ela nasceu em Santos, já viveu na Espanha, na Nova Zelândia e em Portugal, e hoje mora em Montreal, no Canadá, com o marido Philippe e o filho Lourenzo, de 6 anos.

    Foi no Canadá que a maternidade da Nathy ganhou um novo contorno: o Lourenzo recebeu o diagnóstico de autismo ainda pequeno. A partir dali, começou uma jornada intensa de incertezas, descobertas e muita resiliência — tudo isso vivendo no exterior e sem rede de apoio por perto.

    A Nathy compartilha o impacto do diagnóstico, os anos de espera sem saber se o filho seria verbal, os desafios emocionais e práticos dessa caminhada e também as decisões difíceis que precisou tomar para garantir as terapias de que o Lourenzo precisava. Em meio a tudo isso, ela se reinventou profissionalmente e encontrou no empreendedorismo uma forma de sustentar o tratamento do filho.

    Falamos sobre autismo, maternidade no exterior, culpa, força, amor e reinvenção — e sobre como cada pequena conquista pode carregar um significado imenso.

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    1 ora e 26 min
  • Recomeçar no Exterior: Carreira Depois dos 40
    Mar 4 2026

    No episódio de hoje, eu converso com a Patricia Toussie — ou, como muitos a conhecem, a ⁠Paty Nyorquina⁠. Paulistana, ela vive há 24 anos em Nova York, é casada com o David e é mãe do Sam, da Nancy e do Daniel. Hoje, trabalha como guia de turismo e planejadora de viagens na cidade que nunca dorme. Mas essa não foi sua primeira versão.

    Durante muitos anos, a Paty se dedicou integralmente à maternidade e à vida na comunidade judaica em que está inserida — uma rotina intensa, marcada por tradições, expectativas sociais e uma presença constante na escola e na vida dos filhos. Como tantas mulheres imigrantes, ela construiu sua família longe da própria rede de apoio, equilibrando cultura, religião e identidade em outro país.

    Foi só aos 40 anos, depois de uma longa pausa profissional, que ela decidiu se reinventar. Começou no Instagram quando quase ninguém “mostrava a cara”, enfrentou julgamentos, foi contra a maré — e precisou acreditar nela mesma antes que os outros acreditassem.

    Falamos sobre imigração, pressão social, coragem, fé, redes sociais e a possibilidade real de recomeçar — mesmo quando parece tarde demais.

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    1 ora e 3 min