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Di: Silvio Bromberg e Débora Gagliato e Renata Bonadio e Carlos dos Anjos
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Este é um podcast designado a todos profissionais interessados em aprender e se manterem atualizados sobre câncer de mama.Silvio Bromberg e Débora Gagliato e Renata Bonadio e Carlos dos Anjos Disturbo fisico e malattia Igiene e vita sana
  • Câncer de Mama: Exercício Antes da Cirurgia Contribuí na Recuperação Pós operatória ? e HER2Δ16 transformando tumores HER2-positivos em tumores com características luminais
    Aug 20 2026

    O primeiro podcast discute uma revisão sistemática e meta-análiseque avaliou se a pré-reabilitação baseada em exercícios reduz a dor apóscirurgias para câncer de mama. Foram incluídos seis ensaios clínicos randomizados, totalizando 519 mulheres; três estudos, com 157 participantes,entraram na meta-análise. Os programas duraram de uma sessão a nove semanas e combinaram exercícios aeróbicos, resistidos, alongamentos e mobilidade. Houve pequena tendência de redução da dor em aproximadamente um mês após a cirurgia, mas sem significância estatística (SMD = −0,24; IC95%: −0,55 a 0,08; p = 0,14).As intervenções foram consideradas seguras e viáveis, porém a evidência foi classificada como baixa devido a vieses, amostras pequenas e diferenças entreos estudos. Conclui-se que ainda não há suporte para recomendar seu uso rotineiro especificamente para controle da dor.

    O segundo podcast discute um estudo, o qual mostra que a variante HER2Δ16, resultante da perda do éxon 16, promove uma identidade celular luminal em tumores mamários HER2+. Em modelos murinos e linhagens humanas, HER2Δ16aumentou a expressão do receptor de estrogênio (ER), de genes responsivos ao estrogênio e de marcadores epiteliais, além de ativar a via RAS/MAPK. A variante esteveassociada a tumores mais agressivos, metástases e resistência adquirida à terapia anti-HER2, mas também aumentou a sensibilidade ao tamoxifeno. Tumoresresistentes ao lapatinibe apresentaram maior HER2Δ16 e ativação de ER. O estudo propõe modelos pré-clínicos de câncer HER2+/ER+ e sugere combinar terapias endócrinas com inibidores de MEK/MAPK, embora sejam necessários estudos clínicos.

    Link para aceso aos artigos:https://live.makadu.group/bbn_podcast_20082026

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    38 min
  • Omissão do Linfonodo Sentinela x Radioterapia no Câncer de Mama Inicial // SERENA 6 - Detectar antes de progredir: nova estratégia contra o câncer de mama avançado
    Aug 13 2026

    O primeiro podcast discute um estudo retrospectivo, realizado em uma única instituição que avaliou 1.016 cânceres de mama em 999 mulheres com 50 anos ou mais, com tumores iniciais ER+/HER2−, submetidas à cirurgiaconservadora entre 2020 e 2025. A omissão da cirurgia do linfonodo sentinela aumentou de 25,5% para 50,9%, sobretudo entre pacientes mais idosas e com tumores de menor risco. Nessa população, a radioterapia de toda a mama foi menos frequente (21,5%), enquanto a irradiação parcial (51,0%) e a omissão da radioterapia (27,5%) foram mais comuns. Os resultados sugerem que a redução da cirurgia axilar não levou à intensificação da radioterapia quando houve seleção criteriosa e decisão multidisciplinar.Contudo, o estudo não avaliou desfechos oncológicos de longo prazo e tem limitada generalização.

    O segundo podcast discute o SERENA 6 TRIAL fase 3 o qual mostrou que trocar precocemente para camizestranto (mantendo o inibidor de CDK4/6) ao detectar mutação ESR1 no ctDNA — antes da progressão radiológica — traz benefício duradouro em câncer de mama avançado HR+/HER2-negativo em primeira linha. Na análise atualizada, a SLP foi de 16,8 meses com camizestranto versus9,2 meses com inibidor de aromatase (HR 0,45). A troca antes da progressão radiológica também trouxe benefício no tempo até deterioração na qualidade de vida global: 35,9 vs 8,3 meses (HR 0,48). A SLP2 e o tempo atéquimioterapia/ADC também favoreceram o braço experimental. Estudo sugere a possibilidade de uma mudança de paradigma no manejo do câncer avançado: trocar o tratamento com base na progressão molecular, antes da progressão radiológica. O estudo de fase 3 SERENA-6 mostrou que trocar precocemente para camizestranto (mantendo o inibidor de CDK4/6) ao detectar mutação ESR1 no ctDNA — antes da progressão radiológica — traz benefício duradouro em câncer de mama avançadoHR+/HER2-negativo em primeira linha. Na análise atualizada, a SLP foi de 16,8 meses com camizestranto versus 9,2 meses com inibidor de aromatase (HR 0,45). Atroca antes da progressão radiológica também trouxe benefício no tempo até deterioração na qualidade de vida global: 35,9 vs 8,3 meses (HR 0,48). A SLP2 e o tempo até quimioterapia/ADC também favoreceram o braço experimental. Estudo sugere a possibilidade de uma mudança de paradigma no manejo do câncer avançado: trocar o tratamento com base na progressão molecular, antes da progressão radiológica.

    Link para acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_13082026

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    43 min
  • Câncer de Mama Oculto: Menos Cirurgia Axilar compromete o desfecho prognóstico? e DARVIN TRIAL - Dalpiciclibe na crise visceral: novos horizontes no câncer de mama avançado
    Aug 6 2026

    O primeiro podcast discute um estudo que avaliou a evolução do tratamento cirúrgico axilar em 1.817 pacientes com câncer de mama oculto e metástase axilar,utilizando dados do National Cancer Database (2012–2023). O uso de terapia sistêmica neoadjuvante aumentou de 19,9% para 42,4%, enquanto a dissecção axilar (ALND) diminuiu, principalmente após o tratamento neoadjuvante. Entrepacientes com resposta patológica completa dos linfonodos, 26% realizaram apenas biópsia do linfonodo sentinela; em 2023, essa proporção chegou a 44,4%. A sobrevida global em três anos foi semelhante entre biópsia do sentinela e ALND, tanto na cirurgia inicial quanto após terapia neoadjuvante. Contudo, por ser um estudo retrospectivo, com possível viés de seleção e seguimento limitado, são necessários estudos prospectivos e acompanhamento prolongado.

    O segundo podcast discute o estudo DARVIN que foi um ensaio clínico de fase 2, multicêntrico e não randomizado que avaliou dalpiciclibe combinado com terapia endócrina emmulheres com câncer de mama avançado HR+/HER2- apresentando crise visceral.Foram incluídas 53 pacientes, com desfecho primário sendo a taxa de sobrevida em 6 meses. O estudo atingiu seu desfecho primário, com 49 das 53 participantes sobrevivendo além de 6 meses, resultando em uma taxa de sobrevida de 6 meses de 92,5% .Outros desfechos apresentandos incluem; Taxa de resposta objetiva (ORR): 26,4%; Taxa de controle da doença (DCR): 79,2%; Taxa de falha do tratamento em 3 meses: 22,6%; Sobrevida livre de progressão (PFS) mediana: 11,2 meses ; Duração do controle da doença (DDC) mediana: 14,1 meses ; Tempo até falha do tratamento (TTF) mediano: 10,2 meses; Sobrevida global (OS) mediana: não alcançada . O estudo concluí que o DARVIN TRIAL suporta avaliação adicional da combinação de dalpiciclibe com terapia endócrina em pacientes com câncer de mama avançado apresentando crise visceral,

    Link para acesso aso artigos: https://live.makadu.group/bbn_podcast_06082026

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    39 min
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