Setembro Amarelo: especialistas alertam para riscos do uso de IA em saúde mental
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O uso de ferramentas de inteligência artificial generativa para lidar com sofrimento mental tem crescido, mas especialistas alertam para os riscos dessa prática. Pesquisa publicada na Harvard Business Review mostra que a principal motivação é o aconselhamento terapêutico, seguido pela busca por companhia.
No podcast Repórter SUS, a psicóloga Angélica Capelari ressalta que processos terapêuticos demandam tempo e não podem ser reduzidos a respostas rápidas de máquinas. Ela alerta que a IA não possui capacidade clínica nem código de ética profissional, o que pode gerar orientações inadequadas e até perigosas.
O tema ganhou ainda mais urgência após o caso de um adolescente nos EUA, cuja família processou a OpenAI alegando que o jovem se suicidou depois de buscar apoio no ChatGPT. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia vem se posicionando contra o uso de IA para saúde mental, inclusive no SUS.
Ficha técnica:
Reportagem, produção e apresentação: Nara Lacerda e Letycia Holanda
Parceria: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz)
Trabalhos técnicos: Adilson Oliveira
Identidade Visual: Samuel Lovato
Direção de Podcasts: Camila Salmazio
Coordenação de Jornalismo: Monyse Ravena e Lucas Estanislau
Direção Executiva: Nina Fideles