• EP. 6 - SALOMÃO: JESUS É MAIOR
    Sep 5 2026

    Se você deseja aprender como um homem pode prosperar servindo a Deus, estude Salomão. Se deseja compreender como um homem pode enriquecer servindo a Mamon, estude Salomão também.

    Salomão é lembrado como o rei mais sábio e próspero de sua geração. Seu nome tornou-se símbolo de riqueza, influência, organização e sucesso. Mas sua história revela algo mais profundo e perturbador: o mesmo homem que prosperou debaixo da bênção de Deus também aprendeu a enriquecer por meio das estruturas de Mamon.

    No início, Salomão reconhecia-se como servo. Recebeu de Davi uma herança destinada à construção do Templo e, quando Deus lhe permitiu pedir o que desejasse, escolheu sabedoria para cuidar do povo do Senhor. A riqueza veio como acréscimo, passou pelas mãos do mordomo e alcançou seu verdadeiro destino: a missão, o povo, o Templo e a adoração.

    Entretanto, à medida que sua grandeza aumentou, o fluxo começou a mudar. O “teu povo” foi gradualmente substituído pelo “para mim”. Palácios, projetos pessoais, ouro, cavalos, carros de guerra, alianças políticas e casamentos estrangeiros passaram a sustentar uma prosperidade construída ao redor do próprio rei. O recurso que antes fluía por Salomão começou a terminar nele; depois, passou a sair do povo, que foi escravizado, para financiar sua grandeza.

    Neste livro, as “chaves” não são fórmulas místicas para obter riquezas, mas princípios de alinhamento que revelam a fonte, o caminho, o destino e o senhor de cada prosperidade. De um lado estão identidade, missão, sabedoria, obediência, serviço e mordomia. Do outro, desejos ilimitados, acumulação, dependência, exploração, alianças proibidas e idolatria. Ambos os sistemas podem produzir resultados visíveis, mas não possuem o mesmo caráter, o mesmo preço, a mesma glória nem o mesmo fim.


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  • EP. 5 - SALOMÃO: HÁ AQUI QUEM É MAIOR QUE SALOMÃO
    Sep 2 2026

    Se você deseja aprender como um homem pode prosperar servindo a Deus, estude Salomão. Se deseja compreender como um homem pode enriquecer servindo a Mamon, estude Salomão também.

    Salomão é lembrado como o rei mais sábio e próspero de sua geração. Seu nome tornou-se símbolo de riqueza, influência, organização e sucesso. Mas sua história revela algo mais profundo e perturbador: o mesmo homem que prosperou debaixo da bênção de Deus também aprendeu a enriquecer por meio das estruturas de Mamon.

    No início, Salomão reconhecia-se como servo. Recebeu de Davi uma herança destinada à construção do Templo e, quando Deus lhe permitiu pedir o que desejasse, escolheu sabedoria para cuidar do povo do Senhor. A riqueza veio como acréscimo, passou pelas mãos do mordomo e alcançou seu verdadeiro destino: a missão, o povo, o Templo e a adoração.

    Entretanto, à medida que sua grandeza aumentou, o fluxo começou a mudar. O “teu povo” foi gradualmente substituído pelo “para mim”. Palácios, projetos pessoais, ouro, cavalos, carros de guerra, alianças políticas e casamentos estrangeiros passaram a sustentar uma prosperidade construída ao redor do próprio rei. O recurso que antes fluía por Salomão começou a terminar nele; depois, passou a sair do povo, que foi escravizado, para financiar sua grandeza.

    Neste livro, as “chaves” não são fórmulas místicas para obter riquezas, mas princípios de alinhamento que revelam a fonte, o caminho, o destino e o senhor de cada prosperidade. De um lado estão identidade, missão, sabedoria, obediência, serviço e mordomia. Do outro, desejos ilimitados, acumulação, dependência, exploração, alianças proibidas e idolatria. Ambos os sistemas podem produzir resultados visíveis, mas não possuem o mesmo caráter, o mesmo preço, a mesma glória nem o mesmo fim.


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    31 min
  • EP. 4 - SALOMÃO: QUANDO A FONTE MUDA
    Aug 20 2026

    Se você deseja aprender como um homem pode prosperar servindo a Deus, estude Salomão. Se deseja compreender como um homem pode enriquecer servindo a Mamon, estude Salomão também.

    Salomão é lembrado como o rei mais sábio e próspero de sua geração. Seu nome tornou-se símbolo de riqueza, influência, organização e sucesso. Mas sua história revela algo mais profundo e perturbador: o mesmo homem que prosperou debaixo da bênção de Deus também aprendeu a enriquecer por meio das estruturas de Mamon.

    No início, Salomão reconhecia-se como servo. Recebeu de Davi uma herança destinada à construção do Templo e, quando Deus lhe permitiu pedir o que desejasse, escolheu sabedoria para cuidar do povo do Senhor. A riqueza veio como acréscimo, passou pelas mãos do mordomo e alcançou seu verdadeiro destino: a missão, o povo, o Templo e a adoração.

    Entretanto, à medida que sua grandeza aumentou, o fluxo começou a mudar. O “teu povo” foi gradualmente substituído pelo “para mim”. Palácios, projetos pessoais, ouro, cavalos, carros de guerra, alianças políticas e casamentos estrangeiros passaram a sustentar uma prosperidade construída ao redor do próprio rei. O recurso que antes fluía por Salomão começou a terminar nele; depois, passou a sair do povo, que foi escravizado, para financiar sua grandeza.

    Neste livro, as “chaves” não são fórmulas místicas para obter riquezas, mas princípios de alinhamento que revelam a fonte, o caminho, o destino e o senhor de cada prosperidade. De um lado estão identidade, missão, sabedoria, obediência, serviço e mordomia. Do outro, desejos ilimitados, acumulação, dependência, exploração, alianças proibidas e idolatria. Ambos os sistemas podem produzir resultados visíveis, mas não possuem o mesmo caráter, o mesmo preço, a mesma glória nem o mesmo fim.


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    33 min
  • EP. 3 - SALOMÃO: DE “TEU POVO” PARA “PARA MIM”
    Aug 20 2026

    Se você deseja aprender como um homem pode prosperar servindo a Deus, estude Salomão. Se deseja compreender como um homem pode enriquecer servindo a Mamon, estude Salomão também.

    Salomão é lembrado como o rei mais sábio e próspero de sua geração. Seu nome tornou-se símbolo de riqueza, influência, organização e sucesso. Mas sua história revela algo mais profundo e perturbador: o mesmo homem que prosperou debaixo da bênção de Deus também aprendeu a enriquecer por meio das estruturas de Mamon.

    No início, Salomão reconhecia-se como servo. Recebeu de Davi uma herança destinada à construção do Templo e, quando Deus lhe permitiu pedir o que desejasse, escolheu sabedoria para cuidar do povo do Senhor. A riqueza veio como acréscimo, passou pelas mãos do mordomo e alcançou seu verdadeiro destino: a missão, o povo, o Templo e a adoração.

    Entretanto, à medida que sua grandeza aumentou, o fluxo começou a mudar. O “teu povo” foi gradualmente substituído pelo “para mim”. Palácios, projetos pessoais, ouro, cavalos, carros de guerra, alianças políticas e casamentos estrangeiros passaram a sustentar uma prosperidade construída ao redor do próprio rei. O recurso que antes fluía por Salomão começou a terminar nele; depois, passou a sair do povo, que foi escravizado, para financiar sua grandeza.

    Neste livro, as “chaves” não são fórmulas místicas para obter riquezas, mas princípios de alinhamento que revelam a fonte, o caminho, o destino e o senhor de cada prosperidade. De um lado estão identidade, missão, sabedoria, obediência, serviço e mordomia. Do outro, desejos ilimitados, acumulação, dependência, exploração, alianças proibidas e idolatria. Ambos os sistemas podem produzir resultados visíveis, mas não possuem o mesmo caráter, o mesmo preço, a mesma glória nem o mesmo fim.


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    27 min
  • EP. 2 - SALOMÃO: A PROSPERIDADE QUE REALMENTE VEIO DE DEUS
    Aug 19 2026

    Se você deseja aprender como um homem pode prosperar servindo a Deus, estude Salomão. Se deseja compreender como um homem pode enriquecer servindo a Mamon, estude Salomão também.

    Salomão é lembrado como o rei mais sábio e próspero de sua geração. Seu nome tornou-se símbolo de riqueza, influência, organização e sucesso. Mas sua história revela algo mais profundo e perturbador: o mesmo homem que prosperou debaixo da bênção de Deus também aprendeu a enriquecer por meio das estruturas de Mamon.

    No início, Salomão reconhecia-se como servo. Recebeu de Davi uma herança destinada à construção do Templo e, quando Deus lhe permitiu pedir o que desejasse, escolheu sabedoria para cuidar do povo do Senhor. A riqueza veio como acréscimo, passou pelas mãos do mordomo e alcançou seu verdadeiro destino: a missão, o povo, o Templo e a adoração.

    Entretanto, à medida que sua grandeza aumentou, o fluxo começou a mudar. O “teu povo” foi gradualmente substituído pelo “para mim”. Palácios, projetos pessoais, ouro, cavalos, carros de guerra, alianças políticas e casamentos estrangeiros passaram a sustentar uma prosperidade construída ao redor do próprio rei. O recurso que antes fluía por Salomão começou a terminar nele; depois, passou a sair do povo, que foi escravizado, para financiar sua grandeza.

    Neste livro, as “chaves” não são fórmulas místicas para obter riquezas, mas princípios de alinhamento que revelam a fonte, o caminho, o destino e o senhor de cada prosperidade. De um lado estão identidade, missão, sabedoria, obediência, serviço e mordomia. Do outro, desejos ilimitados, acumulação, dependência, exploração, alianças proibidas e idolatria. Ambos os sistemas podem produzir resultados visíveis, mas não possuem o mesmo caráter, o mesmo preço, a mesma glória nem o mesmo fim.


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    27 min
  • EP. 1 - SALOMÃO: O HOMEM QUE CONHECEU AS CHAVES DOS DOIS REINOS.m4a
    Aug 18 2026

    Se você deseja aprender como um homem pode prosperar servindo a Deus, estude Salomão. Se deseja compreender como um homem pode enriquecer servindo a Mamon, estude Salomão também.

    Salomão é lembrado como o rei mais sábio e próspero de sua geração. Seu nome tornou-se símbolo de riqueza, influência, organização e sucesso. Mas sua história revela algo mais profundo e perturbador: o mesmo homem que prosperou debaixo da bênção de Deus também aprendeu a enriquecer por meio das estruturas de Mamon.

    No início, Salomão reconhecia-se como servo. Recebeu de Davi uma herança destinada à construção do Templo e, quando Deus lhe permitiu pedir o que desejasse, escolheu sabedoria para cuidar do povo do Senhor. A riqueza veio como acréscimo, passou pelas mãos do mordomo e alcançou seu verdadeiro destino: a missão, o povo, o Templo e a adoração.

    Entretanto, à medida que sua grandeza aumentou, o fluxo começou a mudar. O “teu povo” foi gradualmente substituído pelo “para mim”. Palácios, projetos pessoais, ouro, cavalos, carros de guerra, alianças políticas e casamentos estrangeiros passaram a sustentar uma prosperidade construída ao redor do próprio rei. O recurso que antes fluía por Salomão começou a terminar nele; depois, passou a sair do povo, que foi escravizado, para financiar sua grandeza.

    Neste livro, as “chaves” não são fórmulas místicas para obter riquezas, mas princípios de alinhamento que revelam a fonte, o caminho, o destino e o senhor de cada prosperidade. De um lado estão identidade, missão, sabedoria, obediência, serviço e mordomia. Do outro, desejos ilimitados, acumulação, dependência, exploração, alianças proibidas e idolatria. Ambos os sistemas podem produzir resultados visíveis, mas não possuem o mesmo caráter, o mesmo preço, a mesma glória nem o mesmo fim.


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    22 min