Responsabilidade Ética: Exposição, Educação e o Futuro do Axé
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Muito se fala hoje sobre “mostrar”, “ocupar espaços” e “dar visibilidade” ao Candomblé.
Mas pouco se discute como isso é feito — e principalmente quais consequências essa exposição produz fora da bolha das redes sociais.
Neste episódio, a conversa não é sobre pessoas, polêmicas ou tretas de internet.
É sobre lógica, responsabilidade e efeito coletivo.
Aqui eu proponho uma reflexão direta e criteriosa sobre a diferença entre educar e expor, e sobre como conteúdos recortados, sensacionalizados ou consumidos como entretenimento acabam moldando a imagem pública das religiões de matriz africana — muitas vezes contra nós mesmos.
Você vai refletir sobre:
→ Onde termina a educação religiosa e começa a exposição irresponsável.
→ Como conteúdos viram recortes, depois viram narrativas, e depois viram argumento social e político.
→ Por que legitimidade não é seguidor, alcance ou título autoatribuído.
→ Qual é o papel do público — inclusive do público interno — nessa cadeia.
→ Por que imagem pública importa mais do que muitos imaginam quando falamos de proteção, direitos e futuro.
Uma conversa para quem entende que cuidar do axé não é só ritual, mas postura.
E que preservar não é esconder — é proteger com consciência
🌐 Toda terça-feira, às 20h, um novo episódio com reflexões críticas sobre espiritualidade e Candomblé.
👉 Se você quer entender esse debate com profundidade, sem simplificação e sem espetáculo, esse episódio é pra você.
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