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Papo de Salão

Papo de Salão

Di: Nievas & Beck
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É uma conversa completamente sem filtros e repleta de boas vibrações que trata sobre o dia o dia das delícias e agruras de ser um expatriado. Direto de Tallinn, Estônia com Raquel e Tati! 🇧🇷🇪🇪🤘🏻Copyright Raquel e Tati Scienze sociali
  • 14 - Morar Fora Mexe com a Nossa Cabeça? | Luto Migratório, Identidade e Saúde Mental
    Sep 25 2026
    Morar fora do Brasil pode ser uma experiência transformadora, mas também pode mexer profundamente com a nossa saúde mental.Neste episódio do Papo de Salão, recebemos novamente a psicóloga Cláudia, que volta ao podcast depois da licença-maternidade, para conversar sobre tudo aquilo que acontece emocionalmente quando a gente atravessa uma fronteira e começa a construir uma vida em outro país.Porque existe um lado da imigração que nem sempre aparece nas fotos, nas conquistas ou no discurso de “vida nova”: a saudade, a solidão, a sensação de não pertencer completamente a lugar nenhum, as mudanças na identidade, a perda de uma carreira construída no Brasil e a pressão para fazer a mudança “dar certo”.Falamos sobre o chamado luto migratório e sobre como ele pode aparecer no cotidiano, mesmo quando a mudança foi planejada e desejada.Também entramos em um território muito prático: por que às vezes sabemos exatamente o que precisamos fazer, mas simplesmente não conseguimos começar?Cláudia explica como o cérebro tende a buscar atalhos e como a rigidez do “tudo ou nada” pode alimentar o autoboicote. Conversamos sobre transformar grandes metas em microações, reconhecer pequenas conquistas e até mudar a maneira como falamos com nós mesmas.Outro ponto importante é a carga mental de viver em outro idioma e em outra cultura. Coisas que parecem simples para quem está no próprio país podem exigir muito mais atenção e energia quando precisamos interpretar constantemente uma língua, um comportamento, uma regra social ou uma situação nova.E, claro, falamos sobre aquilo que pode sustentar tudo isso: rede de apoio, conexão, autocompaixão, identidade bicultural e a possibilidade de construir uma vida que não precise escolher entre “ser brasileira” e “ser daqui”.No final, Cláudia também conta sobre seu novo projeto profissional como Intercultural Advisor, voltado para orientação e preparação de famílias e expatriados antes, durante e depois de uma mudança de país.Se você mora fora, está pensando em emigrar ou conhece alguém vivendo essa experiência, esse papo é para você.💬 E queremos saber: o que mudou na sua saúde mental depois que você saiu do Brasil?⚠️ Este episódio tem caráter informativo e não substitui acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico.━━━━━━━━━━━━━━━━━━📩 papodesalao.ee@gmail.comhttps://www.instagram.com/podcastpapodesalao.eeRaquel Niveashttps://www.instagram.com/rqlnievas/Tati Beckhttps://www.instagram.com/tbeckg/https://www.instagram.com/tatibeck.vo/Edição: Dhiego Melohttps://www.instagram.com/dhiegomelo.voz/
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    1 ora e 4 min
  • 14 - Morar Fora Mexe com a Nossa Cabeça? | Luto Migratório, Identidade e Saúde Mental
    Sep 24 2026
    Morar fora do Brasil pode ser uma experiência transformadora, mas também pode mexer profundamente com a nossa saúde mental. Neste episódio do Papo de Salão, recebemos novamente a psicóloga Cláudia, que volta ao podcast depois da licença-maternidade, para conversar sobre tudo aquilo que acontece emocionalmente quando a gente atravessa uma fronteira e começa a construir uma vida em outro país. Porque existe um lado da imigração que nem sempre aparece nas fotos, nas conquistas ou no discurso de “vida nova”: a saudade, a solidão, a sensação de não pertencer completamente a lugar nenhum, as mudanças na identidade, a perda de uma carreira construída no Brasil e a pressão para fazer a mudança “dar certo”. Falamos sobre o chamado luto migratório e sobre como ele pode aparecer no cotidiano, mesmo quando a mudança foi planejada e desejada. Também entramos em um território muito prático: por que às vezes sabemos exatamente o que precisamos fazer, mas simplesmente não conseguimos começar? Cláudia explica como o cérebro tende a buscar atalhos e como a rigidez do “tudo ou nada” pode alimentar o autoboicote. Conversamos sobre transformar grandes metas em microações, reconhecer pequenas conquistas e até mudar a maneira como falamos com nós mesmas. Outro ponto importante é a carga mental de viver em outro idioma e em outra cultura. Coisas que parecem simples para quem está no próprio país podem exigir muito mais atenção e energia quando precisamos interpretar constantemente uma língua, um comportamento, uma regra social ou uma situação nova. E, claro, falamos sobre aquilo que pode sustentar tudo isso: rede de apoio, conexão, autocompaixão, identidade bicultural e a possibilidade de construir uma vida que não precise escolher entre “ser brasileira” e “ser daqui”. No final, Cláudia também conta sobre seu novo projeto profissional como Intercultural Advisor, voltado para orientação e preparação de famílias e expatriados antes, durante e depois de uma mudança de país.

    Se você mora fora, está pensando em emigrar ou conhece alguém vivendo essa experiência, esse papo é para você.

    💬 E queremos saber: o que mudou na sua saúde mental depois que você saiu do Brasil?

    ⚠️ Este episódio tem caráter informativo e não substitui acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico.

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  • 13 - Maternidade fora do Brasil: liberdade ou solidão? | Criando filhos no exterior
    Aug 25 2026
    Ser mãe já é intenso. Agora imagina fazer isso longe do Brasil, sem avó, sem tia, sem aquela rede de apoio que a gente nem percebe o quanto faz diferença até precisar dela.Neste episódio do Papo de Salão, a gente conversa sobre maternidade fora do Brasil, criação de filhos no exterior, adaptação, escola, idiomas, rede de apoio e todas as contradições de criar crianças entre duas culturas. A Raquel chegou à Estônia com os filhos já maiores e precisou atravessar com eles uma mudança de país, uma nova língua, uma nova escola e, pouco depois, uma pandemia. A Tati teve as filhas na Estônia e viveu uma experiência completamente diferente: crianças que já nasceram aqui, cresceram falando estoniano e tendo a cultura local como parte natural da própria identidade. Falamos sobre o que a gente ganha e perde quando cria filhos longe da família, sobre a escola estoniana, multilinguismo, independência, segurança, adolescência, educação, alimentação, pertencimento e aquela pergunta inevitável: Nossos filhos são brasileiros? Estonianos? Os dois? Também falamos sobre o lado menos romantizado da maternidade: cansaço, isolamento, culpa, falta de rede de apoio e a descoberta de que talvez não exista uma maneira "certa" de maternar. No fim, fica uma reflexão que talvez sirva para qualquer família que vive entre países:A gente perde rede quando vai embora… mas ganha mundo. 🌍💌 Mora fora do Brasil e também cria filhos longe da família? Conta pra gente como é a sua experiência! 📩 papodesalao.ee@gmail.com
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    Raquel Niveas https://www.instagram.com/rqlnievas/ Tati Beck https://www.instagram.com/tatibeck.vo/ https://www.instagram.com/tbeckg/ Edição: Dhiego Melo https://www.instagram.com/dhiegomelo.voz/
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    52 min
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