Mercado do Boi Gordo: Análise da Semana, Grãos, Insumos e Câmbio - com Sidney Russo copertina

Mercado do Boi Gordo: Análise da Semana, Grãos, Insumos e Câmbio - com Sidney Russo

Mercado do Boi Gordo: Análise da Semana, Grãos, Insumos e Câmbio - com Sidney Russo

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📊 Mercado do Boi Gordo, Grãos, Insumos e Câmbio | Análise da SemanaO mercado do boi gordo encerrou a semana com leve valorização nas praças paulistas, refletindo ajuste pontual na oferta e redução das escalas de abate. Em São Paulo, a arroba do boi gordo foi cotada a R$ 319,05, enquanto o boi China alcançou R$ 323,00, mantendo ágio frente ao boi comum. No mercado das fêmeas, a vaca gorda foi negociada, em média, a R$ 289,53, e a novilha a R$ 306,47 por arroba.Na B3, os contratos futuros do boi gordo seguem valorizados em relação ao mercado físico, com fevereiro/26 cotado a R$ 327,50 e abril e junho/26 a R$ 328,00 por arroba, indicando expectativa de preços mais elevados ao longo do primeiro semestre. A escala média de abate em São Paulo recuou para 8,8 dias, reforçando um cenário de maior sustentação no curto prazo.No mercado de grãos, o milho encerrou a semana a R$ 66,63 por saca, com o contrato março/26 negociado a R$ 68,84. A soja foi cotada a R$ 128,66 por saca, enquanto na Bolsa de Chicago o contrato março/26 fechou a 1.067,75 pontos. Destaque para a relação estoque/consumo mundial da soja, atualmente em torno de 29%, com possibilidade de recuo, fator que historicamente tende a sustentar os preços, especialmente diante da evolução das importações chinesas.Entre os insumos da nutrição bovina, os preços médios da semana foram:DDG: R$ 1.115,00/tCaroço de algodão: R$ 1.350,00/tPolpa cítrica: R$ 1.030,00/t, equivalente a cerca de 93% do preço do milho, ponto de atenção na relação de troca.No câmbio, o dólar apresentou desvalorização, encerrando a semana cotado a R$ 5,28, queda de aproximadamente 1,77%. No cenário internacional, o Japão confirmou auditoria sanitária no Brasil em março de 2026, etapa estratégica para a possível abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira.Segundo dados do Farmnews, as exportações de carne bovina seguem aquecidas: no acumulado até a terceira semana de janeiro, o Brasil exportou 126,25 mil toneladas, o equivalente a quase 70% do volume registrado no mesmo período de 2025.▶️ Análise completa, com dados, contexto e leitura de mercado para o pecuarista e produtor rural.Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos conteúdos do Ruralmente.

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