Episodi

  • NO DESERTO NASCE A VITÓRIA | O Novo Adão Nos Conduz
    Feb 22 2026

    No meio da tentação e da dúvida, somos convidados a redescobrir em quem realmente confiamos. Onde o pecado feriu, a graça pode superabundar.


    Neste Primeiro Domingo da Quaresma, a Igreja nos conduz por um caminho que começa no livro do Gênesis, passa pela súplica confiante do Salmo e alcança sua plenitude no Evangelho das tentações de Jesus no deserto. Se o primeiro Adão caiu na abundância do jardim, o novo Adão vence na aridez do deserto. São Paulo, na Carta aos Romanos, nos recorda que onde o pecado se multiplicou, a graça superabundou. Em Cristo, não somos apenas restaurados: somos recriados.


    O deserto que atravessamos hoje — nossas dúvidas, medos e tentações — já não é lugar de derrota inevitável. Unidos a Cristo pelo Batismo, aprendemos a confiar, a resistir e a adorar somente a Deus. A Quaresma torna-se, então, tempo de liberdade e recomeço, onde a fragilidade não é o fim da história, mas o ponto de partida para experimentar a vitória da graça.


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    Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.

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  • RELIGIÃO DE APARÊNCIA | Que Jejum Deus Quer?
    Feb 21 2026

    Existe um jejum que cansa e outro que transforma. A diferença está no coração que oferece e no amor que move cada renúncia.


    Neste início de caminhada quaresmal, a liturgia nos conduz por um itinerário profundo de purificação interior. A primeira leitura, inspirada no profeta Isaías (Is 58), denuncia um jejum vazio, desconectado da justiça e da caridade concreta. O Salmo 50 nos conduz ao coração contrito que Deus não despreza, revelando que o verdadeiro sacrifício é a humildade que se abre à misericórdia. No Evangelho, Jesus se apresenta como o Noivo e ressignifica o jejum: ele deixa de ser mera obrigação ritual e passa a ser expressão de amor e desejo pela presença do Senhor.


    A Palavra nos ensina que uma Quaresma autêntica integra três dimensões inseparáveis: conversão pessoal, justiça concreta e amor a Cristo. Quando o jejum nasce da humildade e se traduz em partilha e misericórdia, ele deixa de ser peso e se torna caminho de libertação. Somos chamados a transformar cada renúncia em oração, cada gesto em caridade e cada silêncio em espaço para Deus agir. Assim, o jejum que agrada ao Senhor é aquele que abre o coração, rompe correntes e reacende em nós a alegria de amar.


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  • O JEJUM QUE AGRADA A DEUS | Caminho De Conversão Verdadeira
    Feb 20 2026

    O jejum que Deus deseja não é aparência, mas transformação. Ele começa no coração e se torna justiça e amor.


    Nesta Sexta-feira depois das Cinzas, a liturgia nos conduz por Isaías 58, pelo Salmo 50 e pelo Evangelho em que Jesus se revela como o Noivo. O profeta denuncia um jejum vazio, desconectado da vida e da justiça. O Salmo nos recorda que o sacrifício agradável a Deus é um coração contrito. E o Evangelho ressignifica o jejum como expressão de amor: não uma obrigação fria, mas uma resposta à presença — e à saudade — do Esposo.


    A Palavra nos convida a integrar conversão pessoal, compromisso com a justiça e amor verdadeiro por Cristo. Um jejum que não rompe as correntes da injustiça torna-se ritual vazio. Uma justiça que não nasce da conversão do coração vira ideologia. E um amor que não gera transformação concreta torna-se apenas sentimento. Nesta Quaresma, somos chamados a viver um jejum que liberta, cura e transforma — um jejum que abre o coração à misericórdia, as mãos à partilha e a vida ao Reino de Deus.


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  • QUARESMA: TEMPO DE DECISÃO | Caminho De Vida Verdadeira
    Feb 19 2026

    Entre a vida e a morte, entre o vazio e a plenitude, existe uma escolha que só você pode fazer.


    Na Quinta-feira depois das Cinzas, início do caminho quaresmal, a liturgia nos coloca diante de uma decisão essencial. No livro do Deuteronômio, Deus nos apresenta dois caminhos e, com amor de Pai, nos convida: “Escolhe, pois, a vida”. O Salmo revela que essa escolha precisa criar raízes profundas na Palavra, como árvore plantada junto às águas. E no Evangelho segundo São Lucas, Jesus nos conduz ao coração do paradoxo cristão: quem quiser salvar a própria vida vai perdê-la, mas quem a perder por causa d’Ele a encontrará.


    A Quaresma é tempo de liberdade responsável, de abandonar ídolos modernos e reencontrar o essencial. A escolha pela vida não é um sentimento passageiro, mas uma decisão concreta que se renova na oração, na escuta da Palavra e na coragem de abraçar a cruz cotidiana como gesto de amor. Cada pequeno ato de perdão, cada renúncia silenciosa, cada serviço escondido se torna expressão desse grande “sim” ao Deus da vida.


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  • COMECE HOJE A SUA CONVERSÃO | O Pai Vê No Segredo
    Feb 18 2026

    Somos frágeis, mas profundamente amados. Hoje é o tempo de voltar ao essencial e deixar Deus tocar o que escondemos no coração.


    Nesta reflexão da Quarta-feira de Cinzas, início da caminhada quaresmal, a liturgia nos conduz por três movimentos decisivos. O profeta Joel nos chama a rasgar o coração e não apenas as vestes, convidando a uma conversão verdadeira e interior. São Paulo, na segunda leitura, insiste com urgência: deixai-vos reconciliar com Deus, porque o dia da salvação é agora. No Evangelho, Jesus, no Sermão da Montanha, purifica nossas intenções ao ensinar que esmola, oração e jejum devem nascer no segredo, longe da busca por aplausos.


    A Palavra nos provoca a abandonar máscaras espirituais e a redescobrir a autenticidade diante do Pai que vê no oculto. A penitência cristã não é tristeza, mas libertação. É o início de uma travessia de quarenta dias rumo à Páscoa, marcada por decisões concretas, reconciliações adiadas que precisam acontecer e um retorno sincero à oração silenciosa. Hoje é o dia favorável para recomeçar.


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  • A MEMÓRIA QUE CURA O CORAÇÃO | Da Ansiedade à Confiança em Deus
    Feb 17 2026

    A ansiedade muitas vezes nasce do esquecimento. Quando perdemos a memória do que Deus já fez, o coração se fecha e o medo assume o controle.


    Na liturgia de hoje, a Palavra nos conduz a um caminho de cura. A carta de São Tiago nos ajuda a discernir entre provação e tentação, recordando que Deus nunca nos conduz ao mal, mas é fonte de todo dom perfeito. O Salmo nos ensina a confiar quando sentimos que estamos prestes a cair, afirmando que é o amor do Senhor que nos sustenta. No Evangelho, Jesus interpela os discípulos na barca, preocupados com a falta de pão, e revela a raiz de sua ansiedade: um coração endurecido pelo esquecimento das maravilhas já vividas.


    Essa Palavra nos convida a recuperar a memória agradecida, capaz de transformar a inquietação em confiança e a escassez em esperança. Quando aprendemos a recordar com gratidão, percebemos que, se Cristo está na barca, um único pão é suficiente. A memória viva da fidelidade de Deus nos devolve um coração sensível, aberto e confiante para enfrentar o cotidiano.


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  • CONFIAR SEM EXIGIR SINAIS | Um Caminho De Fé Madura
    Feb 16 2026

    A Palavra de hoje nos convida a rever o modo como olhamos para as provações e a descobrir nelas um caminho de amadurecimento interior e confiança verdadeira.


    Nesta segunda-feira, a liturgia nos conduz por um itinerário claro e exigente. A Carta de Tiago nos ensina que a fé, quando provada, produz perseverança e nos chama a pedir sabedoria com o coração inteiro. O Salmo responde mostrando que, na humilhação, nasce a escuta verdadeira da Palavra, mais preciosa que qualquer riqueza. No Evangelho, Jesus se entristece diante de quem exige sinais espetaculares, revelando que a fé madura reconhece Deus também na presença silenciosa e discreta do cotidiano.


    Essa Palavra ilumina nossa vida concreta. As provações não são um castigo, mas um lugar de purificação. A humildade nos torna disponíveis à vontade de Deus, e a confiança nos liberta da necessidade de controlar ou exigir provas. Assim, a fé cresce, torna-se firme e aprende a repousar na fidelidade de Deus em todas as circunstâncias.


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  • ESCOLHER A VIDA TODOS OS DIAS | Da Regra Ao Amor Verdadeiro
    Feb 15 2026

    A fé verdadeira começa onde ninguém vê: no coração. Jesus nos convida a ir além das aparências e deixar que o amor transforme nossas escolhas mais profundas.


    Neste sexto domingo do tempo comum, a liturgia nos conduz por um caminho exigente e libertador. A primeira leitura recorda que Deus nos criou livres, colocando diante de nós o fogo e a água, a morte e a vida. O salmo expressa o desejo sincero de quem busca caminhar segundo a vontade do Senhor. São Paulo, na carta aos Coríntios, revela uma sabedoria que não nasce da lógica do mundo, mas do Espírito, manifestada plenamente na cruz de Cristo. No Evangelho, Jesus aprofunda a Lei e revela seu verdadeiro sentido: a conversão interior que cura a raiz do pecado.


    Essa Palavra nos provoca a olhar com honestidade para dentro de nós. Não basta evitar o erro exteriormente; é preciso permitir que Deus transforme a raiva, o ressentimento, os desejos desordenados e tudo aquilo que impede a comunhão. A reconciliação torna-se prioridade, e a justiça que agrada a Deus nasce de um coração íntegro, onde fé e vida caminham juntas. É um convite concreto para escolher, todos os dias, o caminho da vida, da paz e do amor verdadeiro.


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