• Adriana Calcanhotto: a reinvenção após deixar a música pop (Parte 3)
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Long Drive Helencar? William Helencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guizo, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando todo mundo quer ser grande. Ela censura no mundo de gritos, faz algo conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que e tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Inventa a Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não subestima criança. Dá em o Grammy Latim em 2005 como show, porque é isso que gênio faz, né? Não se contenta com 1 na linguagem só, inventa outras, 2 dia 23, errante escura a associação paulista de críticos de arte botou entre os 50 melhores discos nacionais do ano aos 58 anos ela continua errando certo continua procurando Continua sem pressa de chegar, porque pra Adriana, de caminho sempre foi mais interessante que o destino. Olha só, em 2025, ano passado, ela aparece no disco da Badi Assad, parte de todo isso, a música Você cadê? Que virou abertura. É Adriana, sendo Adriana. Apareci onde quer, quando quer, do jeito que quer. Sinalarte, mas quando você ouve, sabe que é ela. O que me pega na Adriana Calcanotto, é isso. E na indústria obcecada com juventude, envelhece com juventude, ela envelhece com 1 elegância absurda. Não tenta parecer mais nova, não faz disco pra TikTok. Não canta com rapper pra parecer moderna, embora se cantasse, tenho certeza que seria lindo, porque eu a sabe escolher, porque eu a sabe escolher. Cara, dou só te contar 1 coisa sobre silêncio. O silêncio da Adriana nas notícias dessa semana, me lembram na conversa que tive com o Chico Buarque, em 89, e disse, o artista brasileiro tem mania de achar que precisa estar sempre presente. Long Drive Head, Tik Tok shows Road Chrypts, Karrax,

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  • Adriana Calcanhotto: a reinvenção artística aos 60 anos (Parte 2)
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Keep the vibelive, download TikTok. Aqui é Heltavinho Alencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relâmpago, no boletim the are sobre os ícones da música do Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira, música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga você para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriene da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Melan Cobi do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era rock, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, mas quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o poder mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritos, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece a Adriana de verdade, você não conhece a Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Inventa a Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não subestima criança. Ganhou o Grammy Latim em 2005 como show, porque é isso que gênio faz, né? Não se contenta com 1 na linguagem só, inventa outras, 2 de 23, errante escura a associação paulista de críticos de arte botou entre os 50 melhores discos nacionais do ano aos 58 anos ela continua errando certo continua procurando Continua sem pressa de chegar, porque pra Adriana, sempre foi mais interessante que o destino, olha só. Em 2025, ano passado, ela aparece no disco da Badi Asad, parte de todo isso, a música, você cadê,

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  • Adriana Calcanhotto: a voz que definiu os anos 90 (Parte 1)
    Apr 23 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia para existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Guiana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, eu uso mata no melhor sentido possível, é a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritas, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é a imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de Na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai, e número disso tudo sabe o que ela faz. É a fa? Inventa Adriana Parking pin, 1 cantora pra crianças que não subestima criança. Danho Grêmio Latim em 2005 como show, porque é isso que gênio faz, né? Não se contenta com 1 na linguagem só, inventa outras, 2 de 23, errante escura a associação paulista de críticos de arte botou entre os 50 melhores discos nacionais do ano aos 58 anos ela continua errando certo continua procurando Continua sem pressa de chegar, porque pra Adriana, de caminho sempre foi mais interessante que o destino. Olha só, em 2025, ano passado, ela aparece no disco da Badi Asad, parte de todo isso, a música Você cadê? Que virou abertura. É a Adriana, sendo Adriana. Apareciam de quer, quando quer, do jeito que quer. Sinalarte, mas quando você ouve, sabe que é ela. O que me pega na Adriana Calcanotto, é isso. E na indústria obcecada com juventude, envelhece como juventude, ela envelhece como 1 elegância absurda. Não tenta parecer mais nova, não faz disco pra TikTok.

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  • Adriana Calcanhotto: a poeta do rock que encantou o Brasil (Tráiler)
    Apr 23 2026
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    Helencarinho Alencar? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, no sobre os ícones da música Estão Fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho de desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era a nova, não era a PIB tradicional, não era a Rocky, era Adriana. Velocidades rápidas e confiáveis que buscas. Perfeito para streaming e e travar dentro de casa. Todo o curso de 45 dólares ao mês quando gregas Cox mobile. Em que o tipo de e garantia de preço de 2 anos em toplano. Não espere, câmbio até 8 a Cox. De que ter garantia de pressão incluem impostos e cargos, velocidade e dados mobiles e reduzir por 20 dias ao mês.

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  • Adriana Calcanhotto: a cantora que reinventou a MPB nos anos 90
    Apr 21 2026
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    ━━━ Transcrição ━━━
    Helencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relango, o boletim de ar e sobre os ícones da música Estão Fazendo Barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, a Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira a música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga doce para todo para ouvir, cara, deixo te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde a artista precisa postar história todo dia pra existir, ela simplesmente, existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você e 5 anos sem nunca ter traído sua própria voz. Porto Alegre, 3 de outubro de 965, da pequena Adriana da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 times já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era Bossa Nova, não era a MPB tradicional, não era a Rocky, era, Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guaçu, no disco de estreia, saiu quando o Brasil Aluno tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou com aquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre verba Nunes e inveja. Não foi sucesso imediato, pois quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o todo mundo quer ser grande. Era a censura no mundo de gritas. Faz álbum, 1 conceitual sobremá, onde todo mundo quer e te de verão. E oi que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa reverente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é ter, e o Sino conhece Adriana de verdade, você não conhece Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz. Inventa a Adriana Parking pin 1 cantora pra crianças que não subestime a criança. Ganhou o Grammy Latim em 2005 como show porque é isso que gênio faz né? Não se contenta com 1 linguagem só. Inventa outras 2 de 23 errante escura a associação paulista de críticos de arte votou entre os 50 melhores discos nacionais do ano aos 58 anos ela continua errando certo continua procurando Continua sem pressa de chegar, porque pra Adriana, e Camilo sempre foi mais interessante que o destino, olha só, em 2025, ano passado, ela aparece no disco da Badi Asad, parte de todo isso, a música, você cadê, que virou abertura, e que virou abertura? É Adriana, sendo Adriana, aparece onde quer, quando quer, do jeito que quer. Sinalarte, mas quando você ouve, sabe que é ela. O que me pega na Adriana Calcanotto, é isso. E na indústria obcecada com juventude, ela envelhece com juventude, ela envelhece com 1 elegância absurda. Não tenta parecer mais nova, não faz disco pra TikTok. Não canta com rapper pra parecer moderna, embora se cantasse, tenho certeza que seria lindo, porque eu a sabe escolher, porque eu a sabe escolher. Cara, dou chate Cotar 1 coisa sobre silêncio. O silêncio da Adriana nas notícias dessa semana, me lembra ou na conversa que tive com o Chico Buarque, em 89, e disse, o artista brasileiro tem mania de achar que precisa estar sempre presente. Mas às vezes, o melhor presente que você dá pro público, é deixar ele sentir sua falta. Adriana entende isso como poucos, ela não precisa lançar 5 toda a 5 de estouras em garantia, zona sul, intelectual…

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