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Giro dos Povos

Giro dos Povos

Di: Kito Kiese
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Projeto Encerrado em 2026 - Portal sobre raça, clima, territórios/maretórios e todas possibilidades alternativas de mundos e curas pro planeta. Realizado por Kito Kiese e Produzido por Said. Capa por Armani Love Instagram: https://www.instagram.com/girodospovos/Kito Kiese Politica e governo Scienze politiche
  • ensaio 1 : minimalismo digital deveria ser política pública
    Oct 27 2026

    neste episódio sem filtro e sem edição, eu, Kito Kiese, ensaio sobre minha jornada de minimalismo digital, enquanto brasileiro e sobre a capacidade disto enquanto política pública.


    o q eu fiz até então


    parar de usar coisas do google

    Pesquisador — DuckDuckGo ou Ecosia

    Gmail — Tuta Nota

    Usar o F-Droid

    Google Photos — colocar acervo em pendrives e quando tiver dinheiro imprimir

    Chrome — Firefox


    de meta

    WhatsApp — signal/ e-mail/ligação ou sms


    Discord — matrix


    outros:

    LibreOffice

    tudo da Fossify

    Zoom - Jitsi






    Fontes:

    Sociedade do Cansaço – Byung-Chul Han

    Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance, Happiness and Productivity

    Colonialismo digital — de Deivison Faustino e Walter Lippold [não terminei de ler]

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    34 min
  • Justiça Climática - Extra
    Sep 9 2026

    O que é o Giro dos Povos


    O Giro dos Povos é um boletim jornalístico independente fundado em 2023 por Kito Kiese, comunicador estratégico, pessoa de terreiro e militante do movimento de povos e comunidades tradicionais do Brasil.


    Toda semana, sem parar, o Giro acompanha o que acontece nos seis biomas e no sistema costeiro-marinho brasileiro, trazendo notícias que importam para os 28 segmentos de Povos e Comunidades Tradicionais reconhecidos pelo Decreto Federal nº 6.040/2007: povos indígenas, quilombolas, comunidades de terreiro, pescadores artesanais, extrativistas, geraizeiros, vazanteiros, ciganos, benzedeiras, ribeirinhos e todos os outros que a grande mídia sistematicamente ignora.


    Aqui cabem denúncias urgentes, histórias de resistência, atualizações sobre leis e políticas públicas, biodiversidade, cultura, afeto e relatos que chegam direto dos territórios e maretórios. Da Amazônia ao Pampa. Do Cerrado à Caatinga. Da Mata Atlântica ao Pantanal.


    Mais de dois anos de publicações semanais ininterruptas. Sem equivalente no jornalismo brasileiro.


    Por que apoiar


    Jornalismo independente sobre povos tradicionais não existe sem quem o sustente. O Giro não tem patrocínio corporativo, não vende anúncios e não pertence a nenhum grupo de comunicação. Existe porque foi construído do zero, semana a semana, com trabalho e comprometimento com os territórios que cobre.


    O território que não aparece na mídia é o território mais vulnerável.


    Cada apoio mensal garante que mais uma edição chegue a mais pessoas, que mais uma denúncia ganhe visibilidade, que mais uma história de resistência não seja apagada.


    O que você financia com seu apoio


    Produção editorial semanal cobrindo 28 segmentos de PCTs nos seis biomas brasileiros, curadoria de notícias de fontes institucionais e comunitárias, comunicação digital ética com prioridade a ferramentas de código aberto e sem uso de inteligência artificial generativa no tratamento de dados sensíveis de comunidades, e expansão da cobertura para novos territórios e formatos.


    O Giro dos Povos não é um projeto paralelo. É um compromisso.

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    2 min
  • Branquitude Nacional em Pacto no Congresso — Entrevista com Vic Martins
    Aug 28 2026

    Nas primeiras páginas de O Pacto da Branquitude, a psicóloga e pesquisadora Cida Bento faz questão de nos avisar: esses pactos não nascem em esconderijos, não têm ritual, não precisam de capuz nem de senha sussurrada na calada da noite. Nascem de algo bem menos cinematográfico: o silêncio. Um silêncio repetido, geração após geração, por pessoas que nunca precisaram dizer nada em voz alta para estar na melhor condição.

    É quase um alívio esse aviso. Afasta os caçadores de conspiração, aqueles que preferem um vilão de capa a um sistema complexo. Mas os números ainda incomodam.

    Pretos, pardos e indígenas somam mais de 56% do Brasil. E no Congresso eleito em 2022, essa maioria vira minoria: quase 3 em cada 4 parlamentares não são brancos. Entre os 513 deputados federais, só 5 se autodeclaram indígenas — o maior número da história do país. Ainda assim, quase nada.

    Esses números perseguem, ficam ali atrás da nuca. É um incômodo, porque... e se o Pacto da Branquitude não precisasse de sexta-feira 13, nem de túnica, nem de lua cheia? E se ele acontecesse todo dia, de sol a sol? Por pessoas que têm motorista esperando num sedã com placa oficial, numa escala de trabalho 3x4. E se o verdadeiro pacto é, na verdade, feito à luz do dia, no meio do Congresso Nacional?

    Fomos atrás dessas respostas e passamos uma tarde inteira conversando com Vic Martins (⁠@victormat1ns⁠), doutoranda em Direito pela UnB, pesquisadora de branquitude, criminologia e relações raciais, e autora do livro CPI do MST: Criminalização dos Movimentos Sociais na Democracia.

    Pesquisa, texto e imagem de capa: Kito Kiese (@kitokiese)

    Produção de áudio e mixagem: Said (@io_said)

    Sobre a convidada: Vic Martins é doutoranda em Direito pela Universidade de Brasília e graduada em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. É pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos de Cultura Jurídica e Atlântico Negro – Maré.

    Livro CPI do MST: Criminalização dos Movimentos Sociais na Democracia, publicado pela Editora Dialética em 2026 (@cpidomst_livro)


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    Dados Usados

    • IBGE, Censo 2022 — 55,5% dos brasileiros se autodeclaram pretos ou pardos, mais 0,8% indígenas
    • TSE, via Exame — 72% dos deputados federais eleitos em 2022 são brancos
    • Portal da Câmara dos Deputados — Cinco indígenas são eleitos para a Câmara dos Deputados em 2022, maior número da história


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    1 ora e 26 min
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