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Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente

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Di: Fundação Francisco Manuel dos Santos
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A proposito di questo titolo

4 comunicadores, 4 especialistas, 4 temas - Economia, Sociedade, Política e Ciência -, todas as semanas no [IN] Pertinente. Um confronto bem disposto entre a curiosidade e o saber. Porque quando há factos, há argumentos.

[IN] Pertinente é um podcast da Fundação Francisco Manuel dos Santos que pretende dar respostas às perguntas de todos, contribuindo para uma sociedade mais informada.

Voz: Isabel Abreu; Banda Sonora: Fred Pinto Ferreira

© 2026 Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente
Economia Scienza Scienze sociali
  • POLÍTICA | Como (nos) representam os atores políticos?
    Oct 30 2026

    Um inquérito do Pew Research Center, realizado em 24 países, em 2024, indicava que três em cada quatro inquiridos sentem que os políticos eleitos não se preocupam com o que a população pensa. A que se deve esta perceção?

    Nesta conversa, Sofia Serra-Silva e Luana do Bem destacam as várias dimensões da representação política e analisam os quatro tipos de representação propostos por Hanna Pitkin – da formal à descritiva, da simbólica à substantiva.

    Entre as diferentes visões sobre o papel e o perfil que os representantes devem ter, levantam-se outras questões: será que as mulheres representam melhor as mulheres? E em que circunstâncias devem grupos minoritários estar representados na arena parlamentar?

    A dupla aborda ainda o que podemos exigir e esperar dos nossos representantes e como podemos escrutinar a sua ação.

    Entre expectativas, responsabilidades e confiança, fica uma pergunta no ar: estará a crise das democracias representativas ligada a uma crise da própria representação política?

    Para se manter bem informado – e representado – não perca este [IN]Pertinente.


    LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS

    De Mulder, A. (2023) «Making sense of citizens’ sense of being represented: A novel conceptualisation and measure of feeling represented» (Representation, 59(4), 633–657)

    Pitkin, H. F. (1967) «The concept of representation» University of California Press.

    Arnesen, S., & Peters, Y. (2018) «The legitimacy of representation: How descriptive, formal, and responsiveness representation affect the acceptability of political decisions» (Comparative Political Studies, 51(7), 868–899)

    Espírito-Santo, A., Freire, A., & Serra-Silva, S. (2020). «Does women’s descriptive representation matter for policy preferences? The role of political parties». Party Politics, 26(2), 227–237.

    van Oosten, S., Mügge, L., & van der Pas, D. (2024) «Race/ethnicity in candidate experiments: A meta-analysis and the case for shared identification» (Acta Politica, 59(1), 19–41)

    Phillips, A. (2020) «Descriptive representation revisited» In R. Rohrschneider & J. Thomassen (Eds.), The Oxford handbook of political representation in liberal democracies (pp. 175–190). Oxford University Press


    BIOS

    Sofia Serra-Silva

    Cientista política, doutorada em Política Comparada pela Universidade de Lisboa, estuda a forma como as instituições políticas e os cidadãos interagem na nova era digital.

    Luana do Bem

    Humorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».

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    41 min
  • ECONOMIA | Estamos condenados a ser o país das PME?
    Oct 22 2026

    Nascem muitas, crescem poucas, raras escalam — eis o retrato sumário das empresas portuguesas. Num país que tem mais de um milhão e meio de empresas e dois terços são em nome individual, o economista João Duarte explica como as empresas que nos rodeiam condicionam oportunidades, salários e a evolução laboral.

    A partir de uma análise ao tecido empresarial português, a dupla demonstra que Portugal cria muitas empresas, mas que grande parte tende a fechar cedo e as que sobrevivem crescem menos do que as congéneres europeias.

    A conversa aborda ainda a influência das condições iniciais na evolução de uma empresa — do capital disponível à importância da equipa —, e como o sistema fiscal e burocrático pode ‘empurrar’ projetos nacionais para o estrangeiro.

    Pelo caminho, destaca-se o papel do primeiro emprego no percurso profissional. Sabia que entrar no mercado de trabalho em tempo de crise pode reduzir o salário inicial em 3%? E que esta penalização pode demorar anos a ser corrigida?

    Para perceber como as empresas que temos afetam as oportunidades dos jovens, e o nosso nível de vida, este é um [IN]Pertinente a não perder.


    LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS

    OECD (2025) «Portugal: Business Dynamics» (OECD Insights on Productivity and Business Dynamics -Country Notes. OECD Publishing)

    OECD (2026). «OECD Economic Surveys: Portugal 2026» (OECD Publishing)

    Ferreira, M. A., Lopes, M. C., Queiró, F., & Reis, H. (2022) «Financiamento do empreendedorismo em Portugal» (Fundação Francisco Manuel dos Santos)

    OECD (2024) «Inquérito às Competências dos Adultos 2023: Portugal» (OECD Publishing)

    Catela Nunes, L., Reis, P., & Thomas, T. (2026) «Ensino superior e emprego jovem em Portugal: tendências, resultados e comparações internacionais» (Policy paper, Fundação Francisco Manuel dos Santos)

    Queiró, F. (2022). «Entrepreneurial Human Capital and Firm Dynamics» (Review of Economic Studies, 89(4), 2061–2100)


    BIOS

    João Duarte

    Professor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics.

    Manel Rosa

    Humorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos.
    Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.

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    46 min
  • CIÊNCIA | Transição energética: onde estamos e para onde vamos?
    Oct 15 2026

    Ao atestar o depósito do carro, apenas 40% da energia do combustível é realmente utilizada. A restante perde-se, grande parte sob a forma de calor. Como podemos ser mais eficientes no aproveitamento da energia? Como eletrificar os consumos e descarbonizar a produção de eletricidade?

    Entre oportunidades e desafios, João Crispim, consultor e especialista em Energia, explica as exigências desta mudança: tem de ser rápida e obrigará a alterar o atual modelo geoestratégico.

    Neste episódio de estreia, a dupla fala de muitas outras questões: o que distingue uma energia renovável de uma energia limpa? Que tecnologias estão maduras e quais é que precisam de evoluir?

    Por fim, ficamos a saber onde está Portugal na tabela europeia de energias renováveis e que impactos poderá trazer esta transição para o país e, até, para as nossas carteiras.

    Para ficar a par de um dos maiores desafios do século, não perca este [IN]Pertinente.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS

    Vasconcelos, Jorge «A Energia em Portugal» (Ensaio FFMS, 2019)

    Sá da Costa, António «Energias Renováveis» (FFMS, 2026)

    Policy papers: «A transição energética na Europa: equilibrar o trilema» (FFMS)

    «A transição energética de Portugal – em direto»

    DGEG «Balanço Energético Sintético 2025» (Energia em Números, junho 2026)

    REN Data Hub «Os números contam»

    «Estudo de impacto das energias renováveis em Portugal» (Estudo EY-Parthenon para a APREN)


    BIOS

    João Crispim

    Formado em Engenharia e Gestão, com percurso profissional passado na REN, General Electric e no governo inglês. Atualmente é Head of ESG e Head of Grants and Incentives no Grupo Casais, Presidente do Builtcolab e da Coopérnico.

    Filipa Galrão

    Vive no campo, mas é à cidade que vai quando precisa de euforia, seja em festivais de música ou no Estádio da Luz. Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Em pequena, gravava o diário em K7, em graúda agarrou-se aos microfones da Rádio. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial.

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    46 min
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