Custos regionais e rotas de circulação geográficas e hidrográficas
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Para quem gosta de apreciar boas histórias, "Tá no ar, produção!" empresta da boca da senhora Obevandiva, uma imigrante de Solonópole a Porto Velho, a seguinte prosa poética: "O
desenho de mim-rio é aquilo que banha-rio. Não há-rio entre. Ele é. Sou. Eu sou aquilo que me-rio banhar. Quero juntar tudo Canumã, Içá, Japurá, Jutaí, Madeira, Negro, Preto da Eva, Amazonas, Purús, Roosevelt, Solimões, Uaupés, Urubu, Xingu. Nunca tive medo de ser alguma coisa que só passa como o rio".
A partir dessa poética, com cheiro de rapadura, nós apresentamos duas vozes incríveis que escolheram os rios da Bacia Amazônica como percurso: Chicão Santos, de Porto Velho, em Rondônia, e Ana Paula de Manaus, do Amazonas, para compartilhar suas experiências de produção e criação. Pelos rios que são, na verdade, as digitais da terra.