Episodi

  • 209 - Os charruas
    Jul 3 2026
    ​O povo Charrua é uma das etnias que forjou o gaúcho. Dele vieram a lança, a boleadeira, a doma índia e a arte de montar o cavalo como se fosse a extensão do próprio homem.
    De um charrua à cavalo surgiu a figura do centauro dos pampas.
    Neste episódio da Confraria do Tropeiro, vamos pesquisar essa importante matriz indígena do homem campeiro do Prata e do Rio Grande do Sul. Um povo de tolderías, semi-nômade, que se adaptou às grandes distâncias.
    Venha conhecer a história das montoneras, de cavaleiros que sumiam na noite e atacavam como fantasmas, deixando marcas profundas na cultura da fronteira.
    E conhecer o desfecho trágico de uma das nações guerreiras que cruzou a América do Sul.
    Venha ouvir a história dos charruas.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Charruas
    De Renato Jaguarão
    Por Renato Jaguarão

    Charruas e Minuanos
    De Olgi Zauza Krejci e Mano Lima
    Por Mano Lima

    Um Charrua
    De João Stimamilio Santos e Érlon Péricles
    Por Érlon Péricles

    Sangre Charrua
    De Catherine Vergnes
    Por Catherine Vergnes

    Pedra Charrua
    De Victor Colombo
    Por Victor Colombo

    Milonga Charrua
    De Ramón Borche
    Por Ramón Borche

    ​​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
    ​​
    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 29 min
  • 208 - Os Carbonários
    Jun 27 2026
    ​Uma sociedade secreta nascida no sul da Itália no começo do século XIX, iria mudar a política e as fronteiras da Europa.
    Perseguida, atravessou o Atlântico pelas mãos de exilados, marinheiros, jornalistas e guerrilheiros.
    Das conspirações italianas contra o absolutismo até o movimento “Jovem Itália” de Giuseppe Mazzini, a Carbonária acompanhou Garibaldi e Rossetti ao Rio de Janeiro, depois para a Revolução Farroupilha, nos ataques corsários da Lagoa dos Patos e na tomada de Laguna.
    Foi berço da República Juliana, e deu cor às camisas vermelhas da Legião Italiana em Montevidéu.
    E até hoje, poucos reconhecem sua verdadeira importância.
    Venha ouvir um programa que desvenda as origens e os rumos desta ordem secreta, que deixou marcas profundas na história dos dois lados do oceano.
    Venha ouvir, os carbonários.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
    ​​​
    POESIAS E MÚSICAS
    O lenço de Garibaldi
    De Rodrigo Bauer
    Por Pedro Junior da Fontoura e Kayke Mello

    Garibaldi, herói, marujo e gaudério
    De Luiz Coronel e Sergio Rojas
    Por Leopoldo Rassier

    Na tua trincheira
    De Carlos Omar Vilella Gomes e Angelo Franco
    Por Jorge Freitas e Angelo Franco

    Do amanhã dos homens livres
    De Cristiano Quevedo e Oscar Massita
    Por Cristiano Quevedo e Oscar Massita

    Semeadura
    De Vitor Ramil
    Por Valdir Verona

    Das memórias de um lenço
    De Osmar Ransolin e André Teixeira
    Por André Teixeira

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro

    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 41 min
  • 207 - Gildo de Freitas
    Jun 19 2026
    Quem não conhece Gildo de Freitas? O rei dos trovadores...
    Mas você conhece a história desse ícone da cultura gaúcha?
    Neste programa, fazemos o resgate da memória desse guri pobre do Passo d’Areia. Do guri que puxou carreta, fugiu de casa, cantou em bolicho, enfrentou a polícia, e mais tarde se tornou um dos maiores nomes do cancioneiro regional.
    Na passagem do aniversário de Gildo, venha conhecer a vida e a obra de quem deixou sua marca no alambrado da história.
    Venha ouvir Gildo de Freitas, o mestre do improviso.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
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    POESIAS E MÚSICAS
    Homenagem a Gildo de Freitas
    De João Portela Delavi e Celmar Gomes de Moraes
    Por Portela Delavi e Moraezinho

    Definição do Grito
    De Gildo de Freitas
    Por Walther Morais

    Eu reconheço que eu sou grosso
    De Gildo de Freitas
    Por Gildo de Freitas

    Homem feio e sem coragem não possui mulher bonita
    De Gildo de Freitas
    Por César Oliveira e Rogério Mello

    Trança de China
    De Gildo de Freitas
    Por Ernesto Fagundes

    Baile no Chico Torto
    De Gildo de Freitas
    Por César Oliveira e Rogério Melo
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    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 24 min
  • 206 - O cerco do Taquaruçú
    Jun 12 2026
    Você conhece a história de Taquaruçú? Do reduto queimado e da mártir Chica Pelega...
    E se eu te disser que uma parte dessa história jamais existiu?
    Neste episódio, a Confraria do Tropeiro vai separar documento, memória e lenda — e mostrar como Taquaruçu virou uma das feridas mais profundas do Contestado.
    Expondo a realidade por trás do mito, e dando verdadeiro valor aos homens e mulheres que tombaram na guerra.
    Venha ouvir a história que todos esqueceram.
    Venha ouvir, o cerco do Taquaruçú.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
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    POESIAS E MÚSICAS
    A lenda da Chica Pelega
    De Sebastião Teixeira Correa
    Por Priscila Colchete e João Batista Souza Junior

    Contestando
    De André Coelho e Arthur Boscato
    Por Arthur Boscato e Filipe Silveira

    Herdeiro do Contestado
    De Elton Saldanha
    Por Ricardo Porto e Paulo Rigo

    O Canto da Araucária
    De Osmar Ransolin e Índio Ribeiro
    Por Índio Ribeiro

    Cantiga para o Monge
    De Hardy Guedes
    Por Thais Morell

    A Guerra do Contestado
    De Hardy Guedes
    Por Hardy Guedes

    Seiva Verde
    De Guilherme Winter
    Por Caravana Canta Contestado


    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    2 ore e 2 min
  • 205 - Chrisanto Neranda
    Jun 5 2026
    ​Você sabe quem foi Chrisanto Neranda? E qual sua importância para a história das Missões?
    Na saga missioneira, não há registro da voz e da versão dos guaranis para a guerra. As narrativas são sempre de Portugal e Espanha.
    A única exceção, se chama Chrisanto Neranda, indígena guarani missioneiro, letrado, administrador da redução de São Luís e sobrevivente dos conflitos do Rio Pardo, em 1754.
    Preso pelos portugueses, levado a Rio Grande e interrogado em meio à Guerra Guaranítica, Neranda deixou um relato raro: a guerra vista pelos olhos de quem estava dentro dela.
    Neste episódio da Confraria do Tropeiro, vamos contar a trajetória de Chrisanto Neranda.
    Aquele que se tornou a voz das Missões.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
    ​​​​​​
    POESIAS E MÚSICAS
    Missioneiro
    De Jayme Caetano Braun
    Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel

    Canto Rubro
    De Osmar Ransolin e Angelo Franco
    Por Angelo Franco, Osmar Ransolin e Lincon Ramos

    Canto Missioneiro
    De Rubens Soares e Cenair Maicá
    Por Cenair Maicá

    De Guerreiro a Payador
    De Vaine Darde e Pedro Ortaça
    Por Pedro Ortaça

    Ante as ruínas missioneiras
    De João Sampaio, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila
    Por Robledo Martins e Rui Carlos Ávila

    Da Terra Nasceram Gritos
    Por Jayme Caetano Braun e Cenair Maicá
    Por Valdomiro Maicá

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 18 min
  • 204 - Aparício Saraiva
    May 1 2026
    A figura de Aparício Saraiva ocupa um lugar singular na história política da região do Prata. Seu nome está associado a um período marcado por revoluções, intensas disputas de poder e a luta permanente para que o interior de um país tivesse tanto valor quanto sua capital.
    Compreender sua trajetória exige mais do que acompanhar os acontecimentos de sua vida.
    Exige mergulhar num contexto histórico de fronteiras fluidas onde a política frequentemente se resolvia pela força.
    Venha conhecer a história desse personagem que se tornou lenda em sua terra, e lutou entre Brasil e Argentina pelo ideário da representação política do homem do campo.
    Venha ouvir a história de Aparicio Saraiva.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Payada: Pedro Jr da Fontoura
    Locução: Mario Lima
    ​​​​​
    POESIAS E MÚSICAS
    Muerte del General Aparicio Saravia
    De Osiris Rodríguez Castillo,
    Por Antonio “El Pampa” González

    Como un jazmín del país
    De Carlos Benavides
    Por Carlos Benavides

    1904
    De Folclore Uruguaio
    Por Carlos María Fossati

    De la campaña
    De Folclore Uruguaio
    Por Carlos María Fossati

    De Poncho Blanco
    De Folclore Uruguaio
    Por Carlos María Fossati

    Huella del 96
    De Folclore Uruguaio
    Por Cimarrones

    Presente mi general
    De Folclore Uruguaio
    Por Cimarrones

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 14 min
  • 203 - Birivas e Tropeiros
    Apr 26 2026
    Quem realmente conquistou o Sul do Brasil? A Coroa Portuguesa? O Império brasileiro?
    Ou os heróis anônimos, que atravessaram territórios com tropas, abrindo caminhos onde não havia nada?
    No século XVIII, enquanto Portugal e Espanha disputavam fronteiras, existia uma regra silenciosa: dominar era ocupar.
    Mas quem fazia isso na prática?
    De Viamão a Sorocaba, de Córdoba à Curitiba, os tropeiros e birivas desbravaram o sertão sul-americano, e criaram caminhos que permitiram alcançar meridianos e modificar a geografia da história.
    E nesse trajeto, foram se mesclando ao índio e ao negro, formando o caboclo: a cepa originária de todos nós.
    Venha conhecer essa saga silenciosa que se perde nas linhas do tempo.
    Venha ouvir, birivas e tropeiros.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Payada: Pedro Jr da Fontoura
    Locução: Mario Lima
    ​​​​​
    POESIAS E MÚSICAS
    O canto das tropas
    De Osmar Ransolin
    Por Confraria do Tropeiro e Kayke Mello

    O tropeiro Nego Horácio
    De Milton César Hoff, Felipe Silveira e Rafael Wollinger
    Por Pirisca Grecco e Trio Rédea Solta

    Tropeiro das Lajens
    De Jones Andrei Vieira
    Por Jones Andrei Vieira e Daniel Silva

    Da Serra ao Litoral
    De André Coelho
    Por Daniel Silva

    Dos tempos das tropas de mulas
    De Renato Gomes
    Por Renato Gomes, Arthur Almeida e Dudi Marafigo

    Dores do ofício do tropeiro
    Por Marcos Eduardo Neto e Lucas Soares
    Por Lucas Soares e Daniel Silva

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 31 min
  • 202 - Cacique Condá
    Apr 17 2026
    Nos Campos de Palmas, entre as décadas de 1830 e 1860, o território Kaingang foi invadido, disputado e transformado. A sobrevivência das tribos foi posta em risco. Grande parte dos nativos foi expulsa da terra, perseguida e dizimada. Era o tempo dos bugreiros. Os caçadores de “bugres”. Deste período conturbado, um nome sobreviveu ao registro do tempo. Mas poucos conhecem a sua verdadeira história: Vitorino Condá. Cacique, estrategista e liderança real de um povo sob pressão, Condá não foi figura passiva. Esteve nos conflitos de 1839 a 1844, atuou na reorganização indígena no Xapecó, estabeleceu base no Toldo do Imbu e chegou a negociar com o Império mais terras e dignidade para sua gente. Neste episódio da Confraria do Tropeiro, você vai entender quem foi Condá — e por que o nome dele ainda está marcado no Oeste catarinense.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
    ​​​​
    POESIAS E MÚSICAS
    Paraíso Perdido
    De Jayme Caetano Braun
    Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel.

    Pelas Terras de Condá
    De Osmar Ransolin e Kauanny Klein
    Por Kauanny Klein

    Assim Sou Eu e Me Vou
    De Rogério Villagran
    Por César Oliveira e Rogério Mello

    Canto Estradeiro
    De Guilherme Collares, Juliano Gómez e Luiz Marenco
    Por Folklore 4 e Eron Vaz Mattos.

    Araucária
    De Rafael Puerta, José Luiz Amorim e Arthur Boscatto
    Por Rédea Solta

    Por ser Índio
    De Sérgio Sodré, Diego Müller, Ramiro Amorim e Quinto Oliveira
    Por Índio Ribeiro

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 ora e 20 min