#7 2026: o ano em que o futuro se torna inevitável!
Impossibile aggiungere al carrello
Rimozione dalla Lista desideri non riuscita.
Non è stato possibile aggiungere il titolo alla Libreria
Non è stato possibile seguire il Podcast
Esecuzione del comando Non seguire più non riuscita
-
Letto da:
-
Di:
A proposito di questo titolo
2026 pode ser o ano mais importante da sua carreira – se souber para onde olhar. Neste episódio do Valor Acrescentado – O Futuro dos Negócios, Hoje, Tiago Matos antecipa as grandes linhas de força que vão marcar os negócios, os mercados e o trabalho no próximo ano, da inteligência artificial encarnada em agentes e robôs à infraestrutura física e financeira que os torna possíveis.[goldmansachs +4]
Ao longo da conversa, exploramos porque 2026 é o ano em que deixamos de falar de “apps” e passamos a viver com agentes de IA que executam processos ponta a ponta, e o que isto significa para a produtividade das empresas, para o emprego e para a gestão de equipas. Analisamos também como a IA “ganha corpo” através da robótica humanoide, da automação de armazéns e das shadow factories, abrindo uma nova corrida competitiva na indústria e na logística. Em paralelo, olhamos para a reconfiguração do trabalho de conhecimento: diplomas a perder peso, enquanto a fluência em IA e a capacidade de orquestrar agentes se tornam competências centrais para executivos, gestores e profissionais qualificados.[bernardmarr +4]
O episódio avança depois para a fronteira da saúde computacional e da longevidade, onde a IA acelera a descoberta de fármacos, permite terapias mais personalizadas e apoia os primeiros passos da reprogramação celular como tese séria de investimento. Nesta mesma lógica de infraestruturas invisíveis, discutimos porque o mercado de stablecoins pode aproximar‑se de 1 bilião de dólares já em 2026, tornando‑se o “dinheiro programável” que agentes de IA e robôs vão usar para transacionar 24/7 em múltiplas geografias.[meta-quantum +4]
A verdadeira história deste episódio, porém, está na economia real. Mostramos como a grande revolução de 2026 não se limita às empresas tecnológicas, mas passa por dezenas de setores tradicionais que fornecem a infraestrutura desta nova economia. Falamos de fibra ótica e vidro, com empresas como a Corning a crescer a dois dígitos porque os data centers de IA precisam de 10 a 36 vezes mais fibra do que os tradicionais.
Abordamos o papel do cobre, da energia e do cooling, desde minas e utilities até fabricantes de sistemas de arrefecimento líquido, que beneficiam diretamente do apetite energético e de materiais dos mega‑data centers e clusters de GPUs.[know.creditsights +4]
Por fim, analisamos o impacto do boom de IA em networking e cibersegurança, com empresas como a Cisco e outros players avançados a capturarem a explosão de tráfego, a necessidade de redes de baixa latência e as novas ameaças da economia de agentes de IA, bem como na robótica industrial e no hardware – sensores, atuadores e sistemas de movimentação – que são o esqueleto físico da adoção de IA nas fábricas, armazéns e cadeias de abastecimento. No fim do episódio, vai perceber como uma empresa que nunca se pensou tecnológica pode participar no ciclo de crescimento da inteligência artificial, e como um investidor pode olhar para a cadeia de valor completa em vez de correr apenas atrás dos nomes óbvios. Se gere negócios, equipas ou património e quer entrar em 2026 com um mapa claro das oportunidades e dos riscos, este episódio foi preparado a pensar em si.[hy-tek +4]