09 Sem título - 2000 - Esculturas - Tinta automotiva sobre aço carbono circular - Coleção da artista
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As três grandes esculturas tubulares feitas em aço carbono pintado com tinta epóxi branca, sem título, de 2000, têm curvas acentuadas e reversas, formas ovaladas, em arco ou onduladas. Dão a impressão de flutuar no espaço. Tocam o solo em dois pontos paralelos, transmitindo leveza, movimento e plasticidade à obra. Tomie parece desenhar linhas no espaço, com traços realizados instintivamente, modelando e criando formas inusitadas. A primeira mede 180 por 224 por 310 cm, a segunda mede 180 por 230 por 250 cm, a terceira, 170 por 285 por 250 cm.
Observações curatoriais
A exposição que agora chega a Canaã dos Carajás reúne um conjunto de esculturas tubulares que começaram a ser produzidas por Tomie Ohtake a partir da segunda metade da década de 1990, na ocasião da 23ª Bienal de São Paulo. As “tubulares” são realizadas em aço carbono, mas concebidas sobre projetos em arame dobrados diretamente pela artista. Tomie desenhava no espaço com o arame, experimentando e explorando as possibilidades nos projetos para, então, fazer as obras. Essas esculturas aliam uma série de aspectos que vinham norteando os experimentos da artista e suas considerações sobre a recepção de seus trabalhos. Por um lado, expõem uma maturidade ímpar para dominar os desafios de escala, inserindo corpo e espaço na fruição, bem como o acontecimento fenomênico de suas formas. A partir delas, Tomie passou a conciliar, em gestos claros e precisos, uma apreensão que condensava movimento e percurso. Por outro, a própria instabilidade e as constantes inflexões das peças, assim como as perspectivas mutantes de suas composições, ensejam sempre uma nova aproximação do público.
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