01 Apresentação Ashaninka
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Vale do rio Juruá – Acre e Peru
Tempo de contato: cerca de 120 anos
Tronco linguístico Aruak
Aproximadamente 3 mil pessoas (no Brasil)
O povo Ashaninka já habitava um vasto território de florestas entre o Acre e o Peru,
no Alto Rio Juruá, muito antes de se erguerem as fronteiras dos países que se
apossaram dessa região. As famílias que se estabeleceram ao longo dos rios do
Alto Juruá, como o Amônia e o Breu, também sofreram, como outros povos do Acre,
a invasão dos seringalistas no final do século XIX, começo do XX. Guerreiros
fortalecidos em sua tradição e identidade, não se deixaram escravizar, mantendo
sua cultura e independência, apesar de todas as investidas. A população cresceu,
áreas depredadas por invasores foram recuperadas, os cuidados com o território
renderam frutos, caça, peixe e muita fartura.
Em conexão com os ensinamentos ancestrais, o sábio povo Ashaninka criou
estratégias de enfrentamento e alianças com os não indígenas que chegaram a seu
território. Desenvolveram parcerias, equiparam as aldeias com tecnologia de
comunicação e monitoramento para controlar as invasões de madeireiros e outras
ameaças à vida das pessoas e de todos os seres que ali habitam.
Seu traje tradicional – a kushma, tecida em algodão pelas mulheres –, os colares de
sementes e plumas cruzados no peito, o chapéu-cocar trançado com palha de
palmeira e adornado de penas de arara dão identidade a esse povo orgulhoso e
senhor de seus caminhos. Nos rituais da ayahuasca o povo recebe ensinamentos e
decide seu futuro.
Nagakura-san se encantou com esse povo alegre e confiante, com seus projetos de
autonomia e sua música, e principalmente com a generosidade e a acolhida
calorosa. As imagens revelam o povo em seu cotidiano.
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