É Tudo Culpa da Cultura: O CORPO EXAUSTO
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A proposito di questo titolo
A partir de sua pesquisa com trabalhadoras do interior de São Paulo, Wagner revela como mudanças abruptas na economia, como a substituição do trabalho no campo por empregos industriais, criam um apagamento da capacidade de “ler” o próprio corpo. Entre diagnósticos biomédicos e burocracias do INSS, essas mulheres precisam transformar a dor em narrativa eficaz para serem ouvidas e reconhecidas como doentes.
O episódio discute o conceito de "trabalhador-paciente", o papel simbólico da ficha médica e a luta por legitimidade em ambientes que exigem produtividade, mas não oferecem escuta. Entre a desconfiança institucional e o orgulho do médico, emerge um corpo relacional: marcado pela doença, mas também pelas redes de cuidado, resistência e reinvenção.
Um episódio potente sobre saúde, gênero, trabalho e o que significa adoecer em um sistema que espera que você aguente, mesmo quando o corpo já não aguenta mais.
Apresentação: Michel Alcoforado
Roteiro: Michel Alcoforado
Produção e Pesquisa: Fabíola Gomes
Captação, sonorização e edição: Voz Ativa Produções
Vinheta: Estúdio Cavalo
ID Visual: Diego Oliveira e Juliana Silva
Plataformas e mídias: Carla Viveiros
Gestão de projeto: Carolina Piza
AUTORES CITADOS NO EPISÓDIO
David Le Breton, Cláudia Fonseca, Gilberto Velho, Philippe Descola, Marcel Mauss
INDICAÇÃO DE LEITURAS
- Antropologia do Corpo, de David Le Breton (Editora Vozes) https://amzn.to/4cGJX4f
- As Técnicas do Corpo, de Marcel Mauss (Editora Cosac Naify) https://amzn.to/4cIlA6e
- Família, Fofoca e Honra: etnografia de relações de gênero e violência em grupos populares, de Cláudia Fonseca (Editora UFRGS) - Capítulo “A certeza que pariu a dúvida” https://amzn.to/4jFDFUH
- Doença como Metáfora, de Susan Sontag (Companhia das Letras) https://amzn.to/4jMI6x7
O meu livro, De tédio ninguém morre: pistas para entender os nossos tempos, já está disponível. Compre aqui: https://amzn.to/3GjYQgD
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