Quem decide o que é de Deus?
Pergunta simples, mas que pode deixar muita gente desconfortável.
Será que existe mesmo um ritmo mais santo que outro?
Ou será que algumas expressões musicais foram sendo empurradas pra fora do altar ao longo do tempo?
Enquanto o mercado gospel movimenta milhões, cresce nas plataformas digitais e se transforma numa das maiores forças da música brasileira, uma outra pergunta continua ecoando:
Por que os altares das igrejas estão cada vez mais parecidos?
O que aconteceu com a diversidade musical que sempre fez parte da caminhada da igreja brasileira?
E por que tantas referências da cultura negra, que ajudaram a construir a música gospel como conhecemos hoje, parecem cada vez mais invisíveis?